Sergio Cortes noticia sobre a importância de não subestimar as dores

De acordo com o estudo “A dor no cotidiano”, desenvolvido pelo Ibope Conecta e a Pfizer, que abordou mais de mil brasileiros em idade adulta de todas regiões do país e classes sociais, três a cada quatro pessoas sentem dores ao longo do dia ao ponto de terem algumas de suas atividades cotidianas comprometidas, noticia o ortopedista Sergio Cortes.

Entre os tipos de dor, as dores de cabeça, nas costas e as musculares foram as mais citadas entre as reclamações feitas pelos participantes do estudo. Ao sentir a dor, o primeiro pensamento de grande parte dos entrevistados era encontrar um alívio rápido para esse desconforto.

O impacto das dores na rotina diária é maior do que muitos imaginam, de acordo com a pesquisa. Nela, foi revelado que a maioria dos entrevistados declararam ter entre duas e três atividades cotidianas alteradas por esse motivo, incluindo o trabalho, o sono e o lazer, informa Sergio Cortes.

Entre os gêneros, as reclamações também acabaram se mostrando um pouco diferentes. As mulheres, de diferentes faixas etárias, reclamaram mais das dores de cabeça, enquanto os homens, especialmente os jovens entre 18 e 34 anos, se queixaram mais das dores nas costas.

Lin Tchia Yeng, fisiatra do Centro de Dor do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC/FMUSP) ressalta que essas dores sentidas no cotidiano são resultado de algum desequilíbrio ocorrido entre os estímulos dolorosos que vem do meio externo ou interno do organismo. Quando as dores permanecem por um longo período de tempo ou não são tratadas adequadamente, são causados alguns impactos em determinadas áreas cerebrais que podem comprometer o bom humor, a sensação de bem-estar e até mesmo o raciocínio dos indivíduos, reporta o ortopedista Sergio Cortes.

E a razão pela qual um número cada vez maior de pessoas estarem sendo afetadas com diferentes tipos de dores pode ter uma relação com a sociedade contemporânea. Segundo os especialistas, a vida está cada vez mais corrida, o que aumenta os níveis de estresse e acaba levando as pessoas a serem mais sedentárias e a terem hábitos alimentares inadequados. Todos esses fatores acabam contribuindo para o surgimento das dores ao longo do dia.

A forma como a dor é sentida depende muito das experiências pessoais de cada pessoa e inclusive do gênero. As mulheres, por exemplo, por terem jornadas duplas ou até mesmo triplas de trabalho, acabam apresentando uma tendência maior de desenvolverem dores musculoesqueléticas, como a artrite reumatoide e a fibromialgia, por exemplo, informa o ortopedista Sergio Cortes.

No geral, as dores podem ser divididas em dois tipos, agudas e crônicas. A primeira costuma durar alguns segundos, dias ou semanas, sendo uma reação do organismo a traumas, infecções, queimaduras ou inflamações. A dor crônica, por sua vez, é aquela que persiste por mais de três meses, sendo muitas vezes consequência de uma dor aguda que não foi tratada da forma correta e acaba assim desencadeando em um problema de saúde mais sério, noticia o ortopedista Sergio Cortes.

 

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O ritmo de crescimento ainda é lento segundo economistas

Apesar do número positivo nas contratações com carteira assinada, o crescimento da economia deve ser manter em ritmo lento com a concessão de crédito mais barato, e é vista como forma de alavancar principalmente a indústria.

Em três meses a vida da garçonete Jéssica Oliveira Alves, mudou completamente. Ela deixou Fortaleza e desembarcou em São Paulo em busca de emprego, em um mês, conseguiu a primeira assinatura na carteira de trabalho. “Muitas pessoas estão perdendo o emprego, ai eu consegui um emprego no meio dessa crise, foi algo muito bom”, diz Jéssica.

Essa tendência foi identificada pelo ministério do trabalho, que registrou em fevereiro mais contratações que demissões. Foram 1.250.831 admissões contra 1.215.219 demissões. Saldo positivo de +35.612 postos de trabalho com carteira assinada. Esses são índices apresentado pelo Ministério do Trabalho relativos ao primeiro trimestre deste ano. Mas segundo os economistas, ainda é muito cedo para um veredito formal e um dos principais fatores é sem dúvidas a falta de uma política econômica que seja mais eficaz, as consequências acabam que por serem automáticas com quedas de empregos com carteiras assinadas em todo o país, por mais que os números demonstre melhoras, existe muita incerteza no cenário de contratações.

Para os economistas, esses indicadores positivos ainda são pequenos analisando o contingente de desempregados no Brasil, que juntos somam 13 milhões de desempregado, mas representa uma mudança importante, depois de 22 meses seguidos de queda nos empregos formais.

Os mais cautelosos dizem que é preciso verificar o comportamento do mercado nos próximos meses para saber se essa é uma mudança de rumo que destacam que agora é preciso uma ação para baixar os juros, para financiar o investimento produtivo.

O que normalmente acontece nessas situações de crise, é a concessão de crédito a partir dos bancos públicos voltado para o estímulo da economia. É muito provável que a recuperação do emprego vai se dar em primeiro lugar pela indústria, porque ela é demandante de postos de trabalho, ela leva a contratação em outros setores da economia, com os fornecedores” diz Wilson Amorim, economista e professor da FEA/USP.

O mês de setembro de 2011, chegou a registrar o pior índice na implantação e criação de novas vagas de emprego com registro em carteira levando em conta o período desde 2001. Ao todo, foram geradas 150,3 mil vagas de empregos formais, os menores registros com relação a este período de 11 anos. Em relação ao mês de setembro de 2011, foram registrados saldos positivos registrando 209.078 vagas de emprego formal, com isso, a queda atingiu os 28%.

No quarto trimestre de 2016 e no primeiro trimestre de 2017, houve muitas contratações em números de vagas, porém, não somente algumas se manteve. Com a motivação do Natal de 2016 e do Carnaval em 2017, houve um período onde um número menor de vagas de emprego foram mantidas, pois nesses períodos são comercializados um número muito grande de produtos e o turismo fica mais fortes nestas datas.

 

Vacas vão parar dentro de motel no MT

Um caminhão que carregava gado em uma estrada próxima a um motel no Mato Grosso tombou. O carregamento de vacas acabou indo parar dentro do estabelecimento. O acidente ocasionou na quebra da gaiola que protegia os animais. Uma parte deles ficou pressa e foi resgatada logo depois.

O acidente que não teve feridos aconteceu na MT_30, na cidade de Rondonópolis. No domingo anterior na mesma estrada, um caminhão leiteiro tinha tombado e derrubado toda sua carga.

O motorista disse que saiu do caminhão para verificar o gado, e parte dele estava dentro do estacionamento do motel.

Alguns outros motoristas que passavam pela MT-30 na hora do acidente pararam para ajudar o motorista a libertar os outros animais que ficaram presos na gaiola da madeira danificada. Cinco vacas caminharam em direção a um motel e invadiram o Motel. Os animais ficaram dentro do estabelecimento comercial até a chegada do resgate.

Ao reportar o que havia acontecido para a polícia, o motorista disse que perdeu o controle da direção de repente, e depois de derrapar acabou tombando na estrada.

Em resposta, a polícia afirmou que uma perícia vai ser realizada para verificar a veracidade dos relatos do motorista. Após passar pelo bafômetro as autoridades confirmaram que o motorista estava sóbrio e que não apresentava nenhum tipo de alteração física ou psicológica.

Apesar das estradas no Mato Grosso terem os mesmos problemas que todas as estradas no país, a polícia rodoviária afirma que não acontecem muitos acidentes naquele local, e esta era a primeira vez que foram chamados para resgatar um caminhão que transportava animais naquela localidade.

O motorista disse que faz esse tipo de trabalho há anos, e que sempre passa por esse trajeto. A gaiola de madeira usada em caminhões para transportar animais de grande porte e bastante resistente, mas não oferece nenhuma segurança ao animal, já que ele fica solto dentro do espaço na gaiola, que normalmente tem aproximadamente 8 metros quadrados.

Depois que todos os animais foram resgatados e o caminhão foi guinchado, o motorista pediu para que amigos motoristas viessem ao local para transportar os animais ao destino no Mato Grosso.

Em outra rodovia no mesmo Estado, um motociclista que estava em alta velocidade acabou colidindo com uma vaca que estava no meio da estrada. O caso aconteceu de madrugada, e o motorista também não estava alcoolizado.