Gato búlgaro ganha duas patas traseiras artificiais

O felino Pooh, da Bulgária, acaba de ganhar duas patas traseiras biônicas e é o primeiro gato da parte Continental da Europa e receber esse tratamento.

O primeiro gato a receber membros artificiais foi Oscar, que teve sua cirurgia realizada na Grã-Bretanha no ano de dois mil e nove, pelas mãos do cirurgião veterinário Noel Fitzpatrick.

A realização da operação em Pooh foi executada pelo veterinário búlgaro Vladislav Zlatinov. que se ente orgulhoso e feliz pela empreitada e fela livre locomoção do bicho que ajudou um mês depois que tudo ocorreu.“Seu estado é mais que satisfatório. Ainda está um pouco lento, mas pode caminhar, pular e correr”,falou Vladislav Zlatinov, ao dar uma declração à imprensa de seu país e internacional, interessada com o feito do veterinário e sua equipe.

Acidente de trem

A perda das patas traseiras do gato Pooh deu-se devido a um acidente de trem numa linha férrea na parte rural da Bulgária, em abril de dois mil e dezesseis.

Caso Oscar

Em dois mil e nove outro felino também chamou a atenção do mundo pelo que nele foi feito. Foi Oscar, o primeiro gato da Europa a receber uma prótese nas patas que perdera depois de ser atropelado.

Na época, seus donos, o casal Kate Allan e Mike investiram no bichinho de estimação doente uma quantia que na época equivalia a cento e cinquenta e dois mil reais, segundo revelação de Kate num artigo que escreveu para o Jornal britânico Daily Mail; em que afirmou morar no interior da Inglaterra com o marido Mike e que Oscar, com então dois anos de idade, sempre tivera uma vida tranquila até ser atropelado numa estrada e encontrado por um ciclista.

Oscar corria o risco de ser sacrificado, quando Mike lembrou-se de que o inglês Noel Fitzpatrick já havia inventado próteses para cachorros, e foram consultados, sendo imediatamente por ele ajudados, sem cobrar-lhes absolutamente nada por seus serviços de pesquisa e criação das próteses para as patas que Oscar havia perdido.

A cirurgia foi realizada em novembro de dois mil e nove, com sucesso.

O gato Steven

Ainda na Bulgária outro gato padece do mesmo mal de Pooh e Oscar, e também deve ter a mesma sorte. “Pooh e Steven sobreviveram porque não foram abandonados à própria sorte”, disse Vyara Mladenova, de uma Organização Não Governamental (ONG) de defesa dos animais Let’s Adopt, que arrecadou o dinheiro para que fossem realizadas as operações.