Universidade de Oxford aprova a paquistanesa Malala, ganhadora do Nobel da Paz

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Premiada com o Nobel da Paz por ter lutado pelos direitos das mulheres paquistanesas de estudarem, Malala Yousafzai anunciou recentemente que irá realizar a sua graduação na Universidade de Oxford. A jovem também sobreviveu a um atentado em seu país, enquanto lutava pelos direitos à educação para as mulheres, agora ela comemora sua aprovação na universidade britânica.

O anúncio foi feito através do twitter da paquistanesa que disse: “Estou muito feliz de ir para Oxford”.A jovem de apenas 20 anos, divulgou o tweet com uma imagem onde está escrito uma mensagem da própria universidade aprovando a sua admissão para filosofia, política e economia.

O dia do anúncio escolhido por Malala, também trouxe referências a sua vida de lutas e conquistas. O dia em questão, faz menção ao mesmo dia em que os estudantes do Reino Unido recebem as notas finais dos exames do ensino médio e consequentemente as aprovações nas universidades. Para quem não sabe sobre a vida de Malala, ela fugiu de seu país em um atentado e conseguiu refúgio através desses estudantes no Reino Unido.

O anúncio feito por Malala não revelou qual foi a nota tirada no exame de admissão, mas ela comemorou o feito e parabenizou a todos que também lutaram para conseguir. Ela desejou a todos os estudantes admitidos e aos que estão tentando entrar para a universidade: “o melhor da vida”.

A história de Malala é ainda mais desafiadora do que parece, quando ela tinha apenas 15 anos de idade, sofreu um atentado dentro do ônibus que se dirigia em direção a escola localizada no vale de Swat, no Paquistão. Nesse atentado, Malala foi atingida por uma bala na cabeça que foi atirada por um talibã. Felizmente a paquistanesa conseguiu sobreviver à tentativa de homicídio e hoje se tornou um símbolo da sobrevivência e da luta pela educação das mulheres.

Quando Malala completou seus 17 anos, no ano de 2014, ela recebeu a premiação do Nobel da Paz ao lado de Kailash Satyarthi, um jovem indiano que também contribuiu com ativismo em prol de direitos negados, dessa vez para as crianças carentes de seu país.