Professores acreditam em abordagem social como tema de redação do Enem 2017

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O tema da redação do Enem – Exame Nacional do Ensino Médio, deve seguir o ritmo de edições anteriores, onde o tema esteve focado na abordagem de situações sociais, segundo a opinião de professores.

A redação do Enem tem um peso muito significativo para o candidato conseguir somar pontos, sendo que a nota máxima da redação é de 1000 pontos, e nas matérias de ciências humanas, matemática, ciências da natureza e linguagens, os pontos sofrem variações em cada questão.

O conselho dos professores é que os candidatos se preparem com antecedência para conseguirem boa pontuação na prova. A redação tem um papel fundamental para isso, levando em consideração que o mínimo que é acima de zero pontos na redação deve ser alcançado pelo candidato para validar a pontuação alcançada nas outras matérias. Ou seja, se ele não buscar a pontuação mínima acima de zero pontos na redação, as outras notas não serão mais importantes.

Os professores apontam para as questões sociais como foco da prova, em vista de que o Enem vem seguindo essa linha de temas já há alguns anos, e isso iniciativa o candidatado a refletir sobre questões que abrange a sociedade antes da prova.

“A gente especula que a prova continue tratando de algum tema de grande abrangência e polêmica social, como tem sido nos últimos anos”, diz Leandro Vieira, professor de sociologia e filosofia. A ideia do Enem é estimular os candidatos a buscar uma reflexão de situações sociais e fazer isso fluir antes e após a realização da prova.

Questões como as políticas sociais voltadas para o meio ambiente e a mobilidade urbana, são algumas das apostas de Viera para 2017. “Esse tem sido um grande tema, desde os grandes eventos como a Copa e as Olimpíadas, e costuma ser cobrado na redação do Enem. Nos últimos anos tem havido um grande debate sobre o que pode ou não ser dito e os limites para a liberdade de expressão”, explica o professor.

A prova do Enem será realizada nos dias 5 e 12 de novembro de 2017. Houve mudança em relação a aplicação do conteúdo da prova referente ao dia de aplicação, sendo que, no dia 5 serão aplicadas as provas de Redação, Linguagens e Ciências Humanas, com o tempo máximo de realização de prova de 5 horas e 30 minutos. No dia 12 de novembro será a vez de Matemática e Ciências da Natureza, com o máximo de tempo de 4 horas e 30 minutos para o candidato realizar a prova.

Reumatismo também pode afetar crianças e adolescentes diz estudo

O conjunto de doenças inflamatórias que causam dores, calor e inchaço nas articulações também afetam crianças e adolescentes, sendo a mais comum delas, a artrite idiopática juvenil. A inflamação articular tem como característica principal a inflamação articular, assim como nos adultos que tem artrite reumatoide, apesar de causar dor mínima em alguns casos. A atenção dos pais é fundamental caso os filhos apresentem queixa de dores causadas por atividades do seu cotidiano ou a perca de apetite.

Os sintomas se apresentam em três tipos, sendo eles a artrite idiopática juvenil oligoarticular, que atingem até 4 articulações, sendo as mais frequentes no joelho e tornozelo. É comum também nesses casos os pacientes apresentarem uveíte, uma inflamação no olho que necessita de avaliação de um especialista em oftalmologia. No caso da poliarticular, são 5 as articulações mais afetadas, causando febre alta, dor no peito, dificuldade de respiração e aumento do baço e fígado.

A estimativa é que no mundo todo, 1 a cada 2 mil crianças sofram de artrite idiopática juvenil, com uma variação de prevalência na população.

O reumatologista pediátrico Claudio Len, e professor da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, conta que uma recente pesquisa que não foi publicada indica 1 caso a cada 860 em São Paulo.

Sem causa suspeita, a febre se repete e os sintomas podem ser confundidos com as dores de crescimento, uma condição frequente na infância que desaparece sozinha. Não se sabe o que provoca essas dores que são aliviadas com descanso e massagem. No caso da artrite, essa inflamação não sara sozinha, e quanto mais rápido for o diagnóstico e início do tratamento, as chances de remissão aumentam.

O uso prolongado de corticoides e medicamentos imunossupressores ou imunobiológicos são usados em muitos casos da doença, junto de fisioterapia e terapia ocupacional. Len, conta que se a doença não for tratada, causa lesões irregeneráveis nas articulações. Infelizmente são poucas as instituições públicas e médicos capacitados para realizar tratamento de crianças e adolescentes com a doença.

O processo inflamatório pode fazer com que as meninas tenham o início da menstruação atrasada ou fiquem longos períodos sem menstruar. Doenças crônicas causam impactos na vida das crianças e adolescentes, por isso muitas famílias necessitam da ajuda de profissionais na área de psicologia.

 

Turismo está reduzindo os habitats naturais dos ursos pandas

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De acordo com um alerta feito pelo jornal “South China Morning Post”, os ursos panda que vivem na região sudoeste da China estão perdendo o seu habitat natural devido ao crescimento acelerado no número de turistas, somado a construção de estradas e derrubada das árvores.

Entre os anos de 1976 e 2001, a redução desses habitats já alcança 5%, ao tempo em que o tamanho médio das áreas em que os ursos pandas vivem já foi reduzida em cerca de 24% nesse mesmo período, segundo uma pesquisa publicada recentemente pela revista “Nature Ecology & Evolution”.

Esse estudo, que foi desenvolvido por cientistas dos Estados Unidos e da China, indicou que o aumento de turistas nessas áreas e a construção de casas e estradas são as maiores ameaças atuais a preservação desses habitats. Com a perda de espaço, os pandas irão sofrer cada vez mais com o isolamento da espécie e também as mudanças climáticas.

Na atualidade, existem 30 grupos de ursos pandas que vivem em liberdade na região sudoeste da China, sendo que desses grupos, 18 são formados por uma quantidade inferior a dez ursos, o que significa que a espécie está exposta a um risco elevado de extinção, de acordo com os pesquisadores.

Segundo o especialista Fan Zhiyong, que pertence ao grupo WWF na China, quanto maior é a influência humana em uma área, maiores são as chances dos pandas abandonarem essa mesma área. Ele ressaltou ainda que isso acontece porque essa é uma espécie de animais extremamente sensíveis a ruídos e sons externos.

A espécie do urso panda gigante só permanece vivendo de modo selvagem na China, especialmente nas áreas tomadas por montanhas das regiões de Gansu, Sichuan e Shaanxi.

No ano de 2014, o número de pandas que viviam em liberdade no país era de 1.864, ao tempo em que cerca de 400 vivem em cativeiros ao redor do mundo. Com isso, a União Internacional para a Conservação da Natureza afirma que os pandas gigantes  não estão mais entre as espécies que correm o risco de extinção,  e sim entre as espécies consideradas atualmente como “vulneráveis”.

 

Conheça Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do banco Bradesco

Estar a frente do segundo maior banco privado é tarefa para apenas um homem: Luiz Carlos Trabuco Cappi, atual presidente do Bradesco. O executivo assumiu o posto em 2009, sendo apenas o quarto presidente do banco com mais de 70 anos de história. Conheça um pouco mais da trajetória desse profissional. Acompanhe!

Chegada a presidência

Assim que alcançou o posto de presidente, Trabuco (como é mais conhecido) não buscou uma corrida desenfreada pela liderança de mercado recém perdida. Para ele o ranking não é um objetivo primário. Na época chegou a dar a seguinte declaração: “Nosso objetivo é fazer o melhor trabalho nos municípios que atendemos.”

Entre as primeiras ações foi a criação de uma universidade corporativa. Também instaurou novas políticas, como alterações nas lideranças e um programa em que os colaboradores promovidos pudessem ter a palavra, levantar questionamentos e se posicionar no salão nobre do banco. Um espaço destinado apenas para acionistas e diretores.

Compra do HSBC

Foi com foco no crescimento orgânico que o bancou passou os seis primeiros anos sob a gestão de Luiz Carlos Trabuco Cappi. Em 2015, o executivo esteve a frente do que seria a maior transação do ano, a aquisição da filial brasileira do HSBC. Os valores chegaram a US$ 5,2 bilhões, sendo considerada uma das mais caras transações da última década.

A aquisição permitiu que o Bradesco retomasse a briga pelo primeiro lugar entre os bancos privados. Com um somatório simples das participações da instituição permitiu superar o concorrente no número de agências, número de correntistas e total de fundos de investimentos. Também se aproximou do líder na quantidade de ativos, depósitos e empréstimos concedidos.

“Com o HSBC, conquistamos de uma vez o que demoraríamos cerca de seis anos para obter por meio do crescimento orgânico”, disse Luiz Carlos Trabuco Cappi à mídia especializada. De início a compra não foi aprovada pelos órgãos reguladores, mas recebeu sinal verde e deu continuidade ao negócio.

A transação rendeu a Trabuco o prêmio de EMPREENDEDOR DO ANO NAS FINANÇAS pela DINHEIRO. E não foi o primeiro. Em 2003 e 2007 recebeu o troféu como Personalidade de Seguros do Ano quando ainda estava na Bradesco Seguros.

A trajetória na instituição

E foi comandando a Bradesco Seguros onde Luiz Carlos Trabuco Cappi destacou-se e alavancou sua subida até o topo. Chegou em 2003 e ficou até 2009, alcançando a vice-presidência e depois a presidência do banco. Foi o responsável por aumentar a participação de mercado de 23% para 25% e na lucratividade de 26% para 35%.

Trabuco ingressou em 1969, passando por diferentes áreas e níveis hierárquicos. Passou pelo marketing, previdência, seguros, entre outras áreas. Apesar de ter dedicado quase toda a vida ao mercado financeiro, Trabuco é formado em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras da Universidade de São Paulo.

Nascido em Marília, Luiz Carlos Trabuco Cappi é um homem avesso a badalações. Tem um estilo discreto, sobretudo nos ternos e nas ações, mostrando-se sempre alinhado a cultura do banco que preside.

 

Viajar por um longo tempo com pouca grana exige flexibilidade

A maioria das pessoas pensam que para viajar por um longo período é necessário muito dinheiro ou ser rico. Existe muita influência no Brasil de viagens para a Europa e Estados Unidos com seus altos valores, no entanto, existe também um mundo mais acessível para viajar com o propósito de conhecer a cultura do lugar, onde as experiências são mais valiosas que os bens materiais.

Se jogar no mundo de qualquer maneira não é recomendável. É importante fazer um planejamento inicial do que será preciso gastar e por quanto tempo esse dinheiro irá durar. Hoje já é possível por meio da internet trabalhar remotamente, o que abre as possibilidades de gerar uma renda independente do lugar, o ideal é o viajante identificar em que área se sente mais confortável para trabalhar e sucessivamente encontrar maneiras de fazer dinheiro viajando. As fórmulas são variadas, desde fotos, textos, vídeos, e-books ou outros meios podem ser considerados no momento de garantir o dinheiro para sobrevivência em uma viagem.

Em regiões turísticas na alta temporada é mais provável conseguir um trabalho em algum restaurante, bar ou lanchonete. Isso pode fazer o viajante ter que ficar por mais tempo em um lugar enquanto se planeja melhor financeiramente. Fazer trabalho voluntário em troca de hospedagem e alimentação também é uma maneira de economizar durante a viagem, existem sites como Workaway.info que fazem o intermédio entre os viajantes e os locais que oferecem voluntariado.

A flexibilidade é outro ponto chave em uma viagem com pouca grana, o viajante precisa estar aberto às novas possibilidades para prosseguir na sua trajetória caso algum imprevisto aconteça no percurso. Ser adaptável e maleável na necessidade é uma qualidade importante.

Assim como em uma rotina estável com um trabalho fixo, uma viagem por diversos lugares podem ter seus momentos bons ou seus momentos nem tão agradáveis, nem sempre as experiências serão apenas agradáveis, mas o que vale é o aprendizado.

Quem quer largar tudo precisa parar para pensar nos resultados que isso pode trazer a curto, médio e longo prazo. Nem sempre é fácil viajar barato, exige um planejamento e uma disciplina significativa.

Uma nova câmera consegue filmar o interior humano através de imagens externas

Não existem limites para a ciências, e agora os cientistas desenvolveram uma câmera capaz de gerar imagens do interior do corpo humano provindas do lado externo do corpo.

Na verdade, isso já existe há muito tempo e é chamado de escopia, com o uso de Raios X, mas a mecânica de funcionamento desta nova câmera não utiliza radiação de nenhum tipo e não é invasiva. Ela funciona de forma a capitar sinais de luz que são traduzidos em imagens com um bom grau de definição.

Essa nova câmera tem a capacidade de detectar luz existente no interior do corpo, como a ponta de um endoscópio emitindo luz. O professor da Universidade de Edimburgo, localizada na Escócia, Kev Dhaliwal, acredita fielmente no potencial da nova câmera na área médica.

“Tem um imenso potencial para diversas aplicações. A habilidade para identificar a localização de um equipamento dentro do corpo é crucial em tratamentos médicos, uma vez que avançamos para abordagens cada vez menos invasivas”, diz o professor.

O fato de saber onde está localizado o ponto de luz é fundamental para várias formas novas de abordagem de vários exames. Quando a câmera foi testada, ela apresentou uma capacidade de gerar imagens do interior do corpo humano, adentrando até 20 cm de profundidade em busca do foco de luz.

O feixe de luz utilizado no teste era de um endoscópio, que por sua vez também gera imagens do interior do corpo humano, mas que são limitadas quando se deparam com certos órgãos e tecidos. Dessa forma, a câmera pode ser mais que um meio de auxílio para o endoscópio, onde um pode somar forças com outro para um diagnóstico mais rápido e preciso.

“O que mais gosto neste trabalho é a possibilidade de trabalhar com médicos e enfermeiros para entender os desafios práticos dos tratamentos e, então, moldar tecnologias avançadas e teorias que normalmente não iriam sair de um laboratório de física para resolver problemas reais”, diz um dos responsáveis pela câmera, Michael Tanner, da Universidade Heriot-Watt.

“Espero que passamos continuar essa abordagem interdisciplinar para fazer uma diferença real em relação às tecnologias para tratamento de saúde”, diz Tanner.

Um parente próximo da dengue pode ser a causa de infecções no Brasil

Atualmente casos recentes de arboviroses (doenças transmitidas por seres artrópodes, como certos tipos de insetos e mosquitos) recorrentes no Brasil e no mundo, como os casos alarmantes de Zika, dengue e de febre amarela em várias regiões do país, acabam camuflando aparições de focos de epidemias devido a novos causadores.

Este é o caso das infecções cerebrais e nas meninges causadas pelo vírus Saint Louis, conhecidas como encefalite e meningoencefalite respectivamente. Esses casos recorrentes em São José do Rio Preto já estão na mira dos pesquisadores. O que eles sabem e podem afirmar é que se trata de flavivírus, semelhante ao vírus da dengue e provavelmente um parente bem próximo.

O professor da Universidade de São Paulo – USP de Ribeirão Preto, Luiz Tadeu Figueiredo, acredita que é muito comum esses casos serem confundidos com dengue, devido à grande semelhança que ocorre na apresentação dos sintomas. Devido a isso, os diagnósticos que estão sendo realizado nestes casos não são nada precisos.

Esses dados alarmantes foram levantados no 28º Congresso Brasileiro de Virologia, que foi realizado na cidade de Belo Horizonte, e contou com a participação de 500 pesquisadores envolvidos em pesquisas na América Latina. O professor apresentou o resultado de um recente estudo apontando o Saint Louis como causa da epidemia que ocorre em São José do Rio Preto.

Ele diz que esse vírus passou por um processo de amadurecimento desde 1933, após um surto em Saint Louis, uma cidade do Kansas – Estados Unidos. “Mais ou menos 5% dos casos de dengue podem ter uma manifestação neurológica. Uma parte pode ter meningite e encefalite”, diz o professor.

No caso da doença provocada pelo Saint Louis, ela é transmitida diretamente devido a picada do mosquito responsável Culex, “aquele pernilongo que toca musiquinha no ouvido da gente”, diz o professor de uma forma bem ilustrativa e clara. O professor enfatiza que daqui em diante as autoridades de saúde do Brasil devem ficar em estado de alerta, e tomar medidas diretamente ligadas a esta questão. Uma vacina já deve ser desenvolvida e pensada de modo preventivo. “Temos que pensar na possibilidade”, diz o professor.

Instituto Buntantan já começou a produzir mais de 55 milhões de vacinas

 

O instituto Butantan começou o processo de produção de mais de 55 milhões de vacina cujo objetivo é combater a gripe. Esses medicamentos serão usados no Programa Nacional de Imunização no ano que vem. Foi noticiado que houve um investimento de 5 milhões de reais, que proporcionara um aumento de 15 milhões de vacinas, se comparado com 2016.
O Buntantan é o mais importante fabricante de imunobiológicos do Brasil, que embarca a maior parte da produção de soros hiperimunes e antígenos vacinais, que fazem parte das vacinas utilizadas pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações), do Ministério da Saúde. As atividades do instituto estão conectadas a basicamente criação de vacinas, soros e biofármacos para uso humano.
A OMS divulgou recentemente as estirpes dos vírus que estão transitando, concomitante a isso, o Buntantam iniciou a sua produção. O diretor do Instituto, Dimas Covas, explicou que esse investimento possibilitou a fabricação, além da segurança e rapidez dos sistemas de produção, para serem entregues ao Ministério da Saúde.
Ano passado o Buntantan consegui entregar mais de 40 milhões de vacinas, esse ano, o Instituto informou que contabilizara 60 milhões de doses produzidas em um pouco mais de 1 semestre. De acordo com o diretor, eles vão precisar do emprenho de 500 colaboradores, no período de setembro a maio do ano que vem, para conseguir entregar a nova remessa de doses.
O vírus da vacina é fecundado em ovos de galinha embrionados. É inserido no interior do ovo o inóculo viral do vírus H1N1 e outras estirpes da gripe. Os ovos são incubados após a inserção do vírus, que se multiplica na substancia alantoico que envolve o pintinho.
Segundo o Instituto, decorrendo 1 dia e meio a 2 do início da incubação, a substância é removida do ovo, depois é tratado para que o vírus seja isolado. Em seguida, eles fazem a inativação e a fragmentação do vírus.
Cada processo desses em 1 ovo rende 3 vacinas. Como essas doses servem contra 3 variantes, eles precisam manejar 60 milhões de ovos para adquirir as 60 milhões de vacinas trivalentes. Na campanha de vacinação anterior, mais de 45 milhões de pessoas foram vacinadas em todo o Brasil.

Conheça o Programa Especial de Regularização Tributária, por Ricardo Tosto

Em 31 de maio de 2017 ocorreu a publicação, por meio do Diário Oficial da União, da medida provisória de número 783/2017. Publicada em edição extraordinária, ela trata da aplicação do PERT (Programa Especial de Regularização Tributária, originado por meio da Receita Federal e da PGFN (Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, dois órgãos que respondem pelo controle da arrecadação de tributos em todo o território brasileiro, reporta o advogado Ricardo Tosto, sócio do escritório Leite, Tosto e Barros.

O programa de parcelamento, contudo, já havia sido autorizada quando da atualização da medida provisória 766/2017, que foi instaurada em caráter transitório, obedecendo ao que é permitido por meio de uma legislação própria. No último dia de maio de 2017, entretanto, a autorização para que o PERT funcionasse deixou de vigorar, conforme estabelece o estatuto próprio das medidas desse caráter. Com isso, fez-se necessário que outros mecanismos fossem implementados a fim de que a facilidade não cessasse, informa Ricardo Tosto.

Diversos tipos de débitos são compreendidos pelo PERT, devido à grande necessidade que o país tem de receber os valores em atraso. Os títulos que possuem natureza tributária, bem como aqueles que não o possuem poderão ser renegociados em virtude da nova medida ter sido autorizada. Além disso, parcelamentos realizados anteriormente, ainda que não tenham sido cumpridos até o final, se enquadram dentro do programa. Até mesmo os contribuintes que possuam alguma pendência judicial serão contemplados pelo parcelamento das dívidas, destaca o advogado Ricardo Tosto.

Para que participassem do PERT, os contribuintes em situação de inadimplência deveriam ter solicitado até 31 de agosto de 2017, por meio de um requerimento, a intenção de negociarem seus títulos. Em se tratando das dívidas ocasionadas juntos à Receita Federal, há a possibilidade de se quitar o valor à vista com o abatimento de 20% do montante devido ou realizar o parcelamento em 60 vezes sem redução dos juros e multas aplicados ao documento, conforme o que estabelece a base de cálculo do órgão. Além disso, quem desejar poderá dividir os valores em 120 parcelas, de modo que as quitações também ocorrerão sem aplicação de descontos.

Já em relação às dívidas contraídas perante à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, o contribuinte terá à disposição a possibilidade de dividir os valores em até 120 vezes, caso não se importe com a falta de descontos. Para os que desejarem um abatimento sobre os valores pendentes, o órgão autoriza a forma de pagamento à vista de um período de cinco meses em inadimplência, que abaterá 20% das multas sobre o total, permitindo com que a pessoa inadimplente consiga dividir o restante em outras 145 parcelas, salienta o empresário do segmento jurídico, Ricardo Tosto.

Para que o contribuinte consiga formalizar sua participação no PERT, é necessário que assine uma confissão de caráter irrevogável informando sua condição de inadimplência frente a um desses órgãos, assim como o compromisso de quitar os débitos em questão de acordo com a modalidade de quitação escolhida segundo o que estabelece o programa, ressalta Ricardo Tosto.

 

Insulina em pó solúvel pode substituir injeção segundo pesquisa da Unesp

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Uma nova pesquisa realizada por alunos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) com o objetivo de auxiliar no tratamento de pessoas que sofrem de diabetes, traz a substituição da injeção de insulina por uma solução em pó que pode ser diluída em água é a idéia dos alunos.

Um método não invasivo e prático que representa um avanço no tratamento para inserir bactérias modificadas geneticamente para serem capazes de controlar a insulina de quem sofre de diabetes.

Os testes foram realizados há um ano pelos pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, e está em fase inicial, sem previsão de início de testes em animais e humanos.

As Echerichia Coli foram às primeiras bactérias com alterações genéticas e são encontradas no intestino humano. Foram injetados no DNA das bactérias, um DNA sintético da insulina e os microrganismos começaram a sua reprodução.

Outro tipo de bactéria que está sendo preparada para uma experiência, é a Lactococos.“Esse tipo de bactéria irá ficar mais tempo no corpo. Ela já é muito utilizada na indústria e a sabemos que ela possui um efeito mais benéfico do que a anterior”, conta o estudante de Bioprocessos Patrick Esquizato.

Foram feitas também alterações genéticas para as bactérias produzarem insulina na quantidade certa. O objetivo é que ela consiga fazer uma análise da glicose do paciente e produzir adequadamente com as necessidades de cada pessoa. “O desafio é inserir esse circuito no Lactococos e fazer com que ele funcione para que o paciente não seja prejudicado com muita insulina no organismo”, explica uma das pesquisadoras Mariana César.

Os pesquisadores esperam criar um pó para ser dissolvido em água, disponibilizado a princípio para crianças portadoras de diabetes tipo 1 e o estudante Rafael Tuma explica: “O nosso objetivo é colocar nosso produto para substituir a insulina que seria injetada. Conseguir propor esse alívio para a pessoa não ter mais que tomar várias injeções durante o dia, que é algo bem doloroso”.

Os alunos irão participar de uma competição de máquinas modificadas geneticamente em novembro nos Estados Unidos, onde irão apresentar a pesquisa da Unesp em Boston. Eles ainda correm atrás de financiamento para a viagem.