Como escolher o cerimonialista perfeito

Você já tem um cerimonialista para o seu casamento? Ainda não? Algumas noivas acreditam que a ajuda de um especialista em organizar o cerimonial do dia não é necessário, mas esse profissional vai te ajudar, e muito na preparação para o seu casamento, e no dia vai verificar se tudo está correndo conforme o que foi decido com você. Nada de ficar preocupada com o andamento da cerimônia e da festa num dia tão especial, nem deixar uma amiga com a responsabilidade por fazer acontecer um evento tão importante em sua vida. Contratar um cerimonialista vai te dar tranquilidade para curtir e aproveitar esse grande dia da sua vida.

Confira as dicas para escolher um cerimonialista!

Entre as atividades do cerimonial com assessoria do evento estão: indicar profissionais, conferir a montagem de outros serviços, recepcionar e acomodar os convidados, acompanhar a noiva, coordenar a cerimônia e a recepção, controlar os excedentes da festa e solucionar eventuais contratempos. Mas é claro que o cerimonial acaba fazendo muito mais que isso, podendo até sugerir a música que você vai entrar na cerimônia. É muito importante você gostar da cerimonialista, se sentir segura e confortável para aceitar ou negar sugestões, elogiar ou reclamar. Seu cerimonial precisa entender o que é importante para você.

O cerimonialista de casamento na prática faz encontros com os noivos para acertar os detalhes do dia da cerimônia, fala com o celebrante sobre os detalhes acertados, dá dicas de etiqueta, se acharem necessário e tiverem disponibilidade de tempo marca um dia para o ensaio com os noivos e padrinhos, e todos os envolvidos, ajuda na escolha das músicas e a ordem que acontece tudo na sua cerimônia, entrada de pais, padrinhos, noivo, florista, noiva, pajem, daminha, e todas as saídas e quais lados ficam, enfim é como se fosse o regente de uma orquestra.

O atendimento é tudo. Busque um profissional que saiba fazer um bom atendimento, afinal, você quer seus convidados sendo bem recebidos e com educação. Bom atendimento é básico, simplesmente fundamental.

Os cerimonialistas devem ter uma boa equipe. Profissionais que respondam os seus emails (com a urgência necessária), comentários e pedidos de orçamento (de preferência, o mais rápido possível);

É ideal você ter boas referências sobre o profissional a ser contratado;

Simpatia. Para escolher um bom cerimonial, você precisa simpatizar de cara. Penseque você vai conviver com essa pessoa por muitos meses até o dia do casamento. Reuniões e encontros serão inevitáveis. No dia do seu casamento você vai ficar ao lado dessa pessoa, então escolha alguém agradável que vai te ajudar no nervosismo desse dia;

Cuidado para não haver inversão dos papéis, o cerimonilaista não é o centro das atenções. O destaque deve ser unicamente voltado para os noivos. O profissional deve ser o mais discreto possível;

Competência, responsabilidade e profissionalismo acima de tudo. Os cerimonialistas devem passar segurança no que está sendo feito;

O cerimonialista não deve impor profissional nenhum a ser contratado por você. As escolhas devem ser feitas sem pressão alguma. Sugestões, ok! Imposições, jamais!

É interessante que algum advogado (algum amigo ou alguém da família mesmo) dê uma olhadinha no contrato – e isso vale para todos os fornecedores contratados no casamento – apenas para evitar dores de cabeça futuras;

É aconselhável que as reuniões sejam documentadas e se houver qualquer alteração (em contratos ou combinações), que sejam feitas por escrito e com a concordância de ambas as partes.

Boa sorte com sua escolha!

Fonte

Febre amarela – novo surto assusta e preocupa Minas Gerais

Febre alta, calafrios, dor de cabeça, cansaço, náuseas e vômitos. A sintomatologia geral da febre amarela geralmente é parecida com o quadro descrito acima, embora haja um espectro de manifestações que vai desde pacientes assintomáticos até insuficiências hepática e renal e hemorragia, estando estes últimos entre os quadros mais graves da doença. Tais quadros, sejam leves ou graves, via de regra ficam confinados à Amazônia, no ciclo silvestre do vírus. No entanto, a cada 7 anos, aproximadamente, há uma “reemergência” do vírus, que escapa de lá e volta a circular nas cidades. A última vez em que essa “reemergência” ocorreu foi em 2009, no estado do Rio Grande do Sul, com 13 casos confirmados da doença e 6 mortes.

No fim de 2016, a doença voltou a circular entre as cidades, preocupando o Ministério da Saúde e a população como um todo. Dessa vez, o pico da febre amarela explodiu no estado de Minas Gerais, com 133 casos suspeitos da doença e 38 mortes possivelmente relacionadas a ela até a última sexta-feira, 13 de janeiro, conforme os dados da Secretaria do Estado de Saúde de Minas Gerais. A situação é preocupante, e levou o governo de Minas Gerais a declarar situação de emergência em saúde pública em 152 cidades do interior do estado por 180 dias, autorizando a aquisição de insumos e contratação de força de trabalho emergencial para ajudar no combate à doença.

Parte da grave situação de saúde pública do estado, ao menos para a bióloga Márcia Chame, da Fiocruz, pode estar relacionada à tragédia de Mariana. Para ela, as mudanças bruscas no ambiente causam profundos impactos na saúde dos animais: o estresse dos desastres, as alterações no ecossistema e a escassez de alimentos, entre outros, podem tornar os macacos mais suscetíveis à infecção pelo vírus da febre amarela. E, uma vez que os primatas em geral são hospedeiros naturais do vírus, quando picados por mosquitos transmissores da febre amarela eles podem passar a doença para o mosquito, que, por sua vez, podem transmiti-la para um humano. Dessa maneira, aumentam-se as chances de propagação da doença em larga escala.

Uma vez que a doença não tem tratamento específico – todos os tratamentos atualmente disponíveis são sintomáticos, isto é, agem somente nos sintomas da febre amarela – e possui vacina, houve, como era de se esperar, um aumento expressivo no número de vacinações na região de Minas Gerais. Há relatos de que a inoculação da vacina pulou de cerca de 10 doses por dia, antes do surto, para 200 doses por dia. Sabendo-se que a vacina tem alta eficácia, comprovada por estudos, confia-se nela como o escudo para tentar evitar um aumento do surto, e causar a regressão da doença para seu local natural de contenção, sem mais contaminações e mortes.

 

Luciana Lóssio cumpriu seu papel de presidente da Associação de Magistradas Eleitorais Ibero-Americanas em 2016

Luciana Lóssio, ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é figura pública já conhecida por batalhar pelo reconhecimento e fortalecimento feminino no Brasil, recentemente foi designada para assumir o cargo de presidente da Associação de Magistradas Eleitorais Ibero-Americanas – uma organização criada após a “Sétima reunião Ibero – Americana de Magistradas Eleitorais: Igualdade de Gênero e Democracia”  que ocorreu no inicio do ano passado em Brasília. Esta associação é um meio de comunicação imediato para que as magistradas consigam lutar, tomar conhecimento e assim defender os direitos das mulheres na política além de colocar em prática as pautas e as resoluções que são definidas nas reuniões. No comando das reuniões está sempre uma integrante do país anfitrião, Luciana Lóssio presidiu no ano de 2016, e na próxima reunião, provavelmente neste ano de 2017, outra juíza deve ocupar este posto.

 

Em 2016 a intenção da Associação foi batalhar a favor da igualdade e representatividade do sexo feminino na política e em áreas correlatas, que normalmente são comandadas e tem em grande maioria homens. As ações que fizeram para reforçar estes ideais foram trabalhar em ações afirmativas, combater ações que de forma intencional ou não comprometam a participação e a voz das mulheres neste ambiente. Luciana Lóssio ainda ressaltou que a reunião das magistradas sempre existiu, tanto que já está na sétima edição, mas que nos outros anos não havia algo de substancial que amparasse e continuasse a promover os encontros e então perceberam que era necessário desenvolver uma instituição que tivesse base legal e pudesse apoiar de maneira mais forte as ações afirmativas.

 

A ministra ainda destacou a importância das instituições em geral se manterem alertas e empenhadas sobre as questões de igualdade de gênero em todos os países, revelou que o país que sedia esta reunião é escolhido de acordo com a participação das mulheres na política e de qual país necessita de uma força internacional, e precisa deste evento para chamar a atenção para o tema e assim se mobilizar para uma possível luta. Para nossa preocupação o Brasil foi escolhido justamente pela falta de mulheres na política.

 

Para entender a desigualdade desmedida que acontece nesses ambientes, podemos citar a legislatura brasileira da Câmara dos Deputados, por exemplo, que atualmente conta com 52 deputadas em exercícios, enquanto o número de homens chega a 460. Já no senado de 81 vagas existentes, apenas 13 são ocupadas por mulheres. Luciana Lóssio afirmou que é vergonhoso que dos 27 estados brasileiros, apenas Roraima fosse governado por uma mulher.

 

Luciana Lóssio afirmou ainda, que falando do cenário mundial, a situação é ainda mais preocupante. Segundo um estudo internacional feito nos 145 países, o Brasil ocupa 115º lugar com mulheres ocupando posições em parlamentos mundiais, perdendo para países como a Arábia Saudita, Iraque e Síria, conhecidos por limitarem o lugar das mulheres não só na política, mas na sociedade. Na maioria desses países, a mulher não pode sair de casa sem a companhia de um homem da família.

 

A próxima edição deste evento acontecerá no Uruguai, sem data ou mês acertados até o momento.

 

 

Destinos africanos incríveis

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A África sempre sofre preconceito quando citada. É de praxe que as pessoas sempre falem erroneamente em miséria e doenças, mas nunca se lembrem das maravilhas que o continente abriga. Para quem deseja conhecer os lugares mais belos do mundo, a África não pode ficar de fora do passeio.

Começaremos por monumentos muito conhecidos: as Pirâmides do Egito. Localizado a 25 quilômetros do centro da capital, o complexo das Pirâmides de Gizé é, sem dúvida, uma das atrações turísticas mais importantes do mundo. Relembrando a época dos faraós, as pirâmides têm a idade de nada mais, nada menos que 4,5 mil anos, marcando assim um grande período da existência humana no planeta.

Em Senegal, ganha destaque o Lago Retba. Você já pensou em ver água cor-de-rosa? É exatamente isso que acontece nesse lago. Acontece que uma alga presente no lago, produz essa coloração rosa, que, por conta da salinidade, flutua na água, dando um incrível efeito visual.

Na capital da África do Sul, na Cidade do Cabo, encontra-se a Table Mountain. Trata-se, como o nome sugere, de uma montanha plana. Do alto da montanha, a vista de todo o país e de sua baía é simplesmente deslumbrante. Além disso a atração conta com teleféricos para potencializar a experiência.

Na Tanzânia, vamos falar do Parque Nacional de Serengeti. O Parque fica no sul do país e é um rico cenário natural. A área dele é vasta, contando com 14 mil quilômetros quadrados, distribuídos entre planícies, savanas, lagos e e rios. Esse espaço conta com a passagem de 600 mil zebras, 1 milhão de gnus e 400 mil gazelas, e isso durante a migração anual.

Também na Tanzânia, uma erupção de um vulcão há mais de 2 milhões de anos, deu forma à cratera chamada Ngorongoro. Animais como rinocerontes, leopardos, leões e elefantes, podem ser avistados no território de 300 quilômetros quadrados da cratera, além de mais de 250 mil animais de outras espécies.

Em Madagascar, no oeste da ilha, está situada a Reserva Natural de Tsingy de Bemahara. A reserva exibe formações de calcário que chegam a ter até 100 metros de altura, erguidos entre florestas laterais ao rio Manambolo e mangues. O show pros olhos não para por aí, lá também se encontra uma vasta biodiversidade, sendo possível ver lêmures e camaleões, por exemplo.

Agora vamos falar de cataratas. O rio Zambeze, na fronteira entre Zimbábue e Zâmbia, é responsável pelas quedas d’água chamada Cataratas Vitória. Com 108 metros de altura, a água cai em grandes volumes, formando uma enorme nuvem de água. É uma visão inesquecível.

Como estamos falando da incrível África, não poderia faltar um oásis. Voltando para onde começamos, falaremos do Oásis de Siwa, no Egito. Situado no deserto do Saara, o oásis de Siwa apresenta terras férteis e impressionantes águas termais. Se por um lado avistamos o árido deserto, por outro podemos ver a vegetação, isso proporciona uma experiência visual incrível. O destino fica, numa viagem de carro, a aproximadamente 10 horas de Cairo.

A TripAdvisor fez uma lista contendo outros destinos africanos incríveis. Você pode conferir essa lista, clicando aqui.

 

Os problemas das prisões brasileiras e as possíveis soluções

 

Todo mundo sabe que as prisões brasileiras não são lá uma maravilha, muito pelo contrário, e pode estar aí um dos grandes problemas para população. Ao contrário de promover a reabilitação do preso, as cadeias do Brasil tem a má fama de “formá-lo” para a vida do crime.

Dois bons exemplo da precariedade do sistema carcerário nacional são as rebeliões em unidades prisionais de Manaus que terminaram em tragédia, agora mesmo, na virada do ano, que resultou em 60 presos mortos, a maior desde o Carandiru. E o episódio do último dia seis de janeiro com outros 33 detentos mortos na a maior penitenciária de Roraima, a Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista.

O próprio Ministro da Justiça, em 2012, que, na ocasião, era José Eduardo Cardozo, afirmou, na época, que preferia morrer do que ser preso nas prisões brasileiras – “Do fundo do meu coração, se fosse para cumprir muitos anos em alguma prisão nossa, eu preferia morrer” – disse Cardozo, que ainda completou – “Quem entra em um presídio como pequeno delinquente muitas vezes sai como membro de uma organização criminosa para praticar grandes crimes”.

Os problemas enfrentados pelo Brasil, no entanto, não são exclusividades dele, outros países também sofrem com as mesmas dificuldades, como por exemplo, a superlotação e a reincidência, porém encontram formas melhores de lidar com isso.

De acordo com o coordenador do Observatório Europeu das Prisões, sediado em Roma, Alessio Scandurra, um dos primeiros passos que o Brasil deveria dar para melhorar a situação precária das cadeias seria reduzir o número de presos, e isso se aplica, principalmente, aos que estão lá aguardando julgamento. “Se a prisão é um lugar para a reabilitação, elas não podem estar repletas de pessoas que ainda não foram consideradas culpadas”, diz Scandurra em entrevista à BBC Brasil. Atualmente, a cada dez presos, três estão a espera para serem julgados.

Segundo o Ministério da Justiça, o Brasil possui cerca de 622 mil detentos e apenas 371 mil vagas. A cada mês, as penitenciárias brasileiras recebem três mil novos presos. Alguns especialistas apostam em soluções com a combinação de penas alternativas e, conforme o crime cometido, também mais curtas, além, claro, de julgamentos mais rápidos. Noruega e Suécia são exemplos de dois países que adotam penas mais curtas para os seus prisioneiros e a população demonstra satisfação com as medidas tomadas.

A reincidência é outro problema grave, conforme ilustram estatísticas oficiais, no Brasil – 70% dos presos que deixam as cadeias acabam cometendo crimes novamente. Para os especialistas, a solução estaria na execução de medidas socioeducativas dentro das prisões, que são indispensáveis para reintegração à sociedade. O Departamento de Justiça dos Estados em um relatório feito em 2007 sobre reincidência mostrou que um encarceramento mais rígido aumenta, as chances de um ex-detento voltar a cometer crimes. Enquanto que prisões que incorporam “programas cognitivos-comportamentais baseados na teoria de aprendizagem social” são mais eficientes no processo de manter ex-prisioneiros longe dos crimes.

Alguns países também trabalham com programas dentro das prisões para promover a saúde, o bem estar , a educação e o respeito – inclusive entre guardas e prisioneiros – e a humanização nas penitenciarias, o que tem dado certo para eles. Um dos maiores exemplos disso é a prisão de segurança máxima de Halden, na Noruega. Ela é descrita como a penitenciária mais “humana do mundo”, pois busca preparar os detentos para a vida fora da prisão, através de programas vocacionais, como marcenaria, oficinas de montagem e até um estúdio para gravação musical. Na Alemanha e na Holanda também existem iniciativas parecidas.

 

Manaira Shopping, de Roberto Santiago, escapa da crise ao investir no lazer

Para driblar os tempos de crise, o Manaira Shopping, maior centro comercial da capital João Pessoa, tem apostado e investido pesado em novas opções de lazer. O empreendimento do empresário Roberto Santiago, é conhecido por oferecer várias opções de lazer diferentes, capazes de levar diversão para o público de todas as idades.

 

Entre as principais opções de lazer estão salas de cinema, parque de diversão com brinquedos eletrônicos, pistas de boliche, espaço para festas e muito mais. Roberto Santiago, que também é o dono do Mangabeira Shopping, tem investido constantemente na área de lazer de seus empreendimentos, fazendo com que eles se tornem ponto de referência na cidade quando o assunto é diversão e entretenimento.

 

O cinema, por exemplo, é um dos maiores destaques do shopping de Roberto Santiago, pois conta com onze salas, as quais são equipadas com telas e aparelhos modernos e com a tecnologia mais avançada da atualidade, além de receberem as principais estreias do cinema nacional e internacional. No local, é possível escolher entre salas normais, VIPs, 3D ou ainda com a tecnologia Sistema Stadium, na qual as cadeiras ficam em uma posição que melhora a visibilidade e torna a experiência do público ainda mais emocionante.

 

O parque de diversões eletrônico, por sua vez, é chamado de Game Station e possui um espaço amplo com mais de 1800 metros quadrados. Nele, se encontram mais de 200 maquinas de jogos de diferentes estilos, para a diversão de crianças de todas as idades e também para os adultos. Após tanta diversão, o público que frequenta o shopping ainda pode conferir o Espaço Gourmet, onde ficam uma hamburgueria e uma steak house especializadas em pratos elaborados e diferentes do comum.

 

Para completar, o centro comercial possui ainda uma casa de shows, que recebe os principais artistas da região, e academias, o que faz do Manaira Shopping um dos maiores e melhores do país, devido a sua extensa cartela de opções de lazer e empreendimentos variados.

 

Nascido na capital da Paraíba, João Pessoa, no dia 16 de julho de 1958, Roberto Santiago passou a infância e adolescência estudando em uma das melhores e mais tradicionais instituições de ensino da cidade, o Colégio Marista Pio X. Mais tarde, ele cursou Administração de empresas no Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ), e iniciou a sua carreira profissional na empresa Café Santa Rosa, para um tempo depois começar a investir em sua própria empresa no ramo da cartonagem, uma técnica muito comum no Nordeste, através da qual é possível confeccionar objetos utilitários e decorativos.

 

Anos mais tarde, Roberto Santiago optou por mudar para a área do loteamento, no qual foi adquirindo experiência de campo até, posteriormente, se tornar o dono dos dois maiores shoppings do estado da Paraíba, o Manaira Shopping, que foi criado em 1989, e possui atualmente mais de 300 lojas e, o mais recente, Mangabeira Shopping, que se destaca por ser um centro de compras moderno e cosmopolita, capaz de atender a todas as demandas da população paraibana com louvor, sendo muito elogiado por todos que o visitam.

 

 

Hospital Copa Star: um atendimento cinco estrelas preparado para servir a sua saúde

Já imaginou a qualidade de um hotel implantada em um um hospital? Agora tudo isso pode sair dos seus sonhos e ganhar vida, ou melhor salvá-las. O Hospital Copa Star irá te surpreender em todos os sentidos no quesito atendimento.

 

Localizado na cidade maravilhosa, Rio de Janeiro, o hospital une o melhor da saúde e da sofisticação. Com uma arquitetura moderna e repleta de benefícios, o visual de hotel cinco estrelas chama a atenção por seu requinte e tecnologia implantada para servir da melhor forma os seus pacientes, sem que eles se sintam em um hospital.

 

Um serviço premium, que dará uma nova possibilidade aos pacientes classe A e com planos de saúde superiores. Uma alternativa ótima para aqueles que buscam conforto e sofisticação, além de um atendimento de ponta.

 

A Rede D’Or São Luiz promete mudar a forma como o Brasil conhece a saúde. Ambientes feitos sob medida para o seu gosto e um atendimento de primeira, com profissionais prontos para o que der e vier. Salas cirúrgicas com a mais alta tecnologia, equipamentos de última geração e um grupo de médicos e funcionários prontos para tratar os pacientes como verdadeiros hóspedes de luxo.

 

Esqueça tudo o que você pensa sobre hospitais, o Hospital Copa Star conta com um aroma amadeirado para tirar aquele velho “cheiro de hospital” do ar, além de obras de arte espalhadas pelas acomodações e uma iluminação natural que garante tranquilidade para os períodos mais difíceis que você enfrentará na vida.

 

Se você sempre quis um lugar onde pudesse tirar umas férias e cuidar da saúde, essa é a sua chance. São 21 mil metros quadrados decorados com muito bom gosto e recursos destinados para o seu bem-estar.

 

E para quem pensa que para por aí, eis que surge uma surpresa no Hospital Copa Star de dar água na boca, nenhum paciente sairá desse hotel sem se deliciar com a culinária do Chef suiço Steve Moreillon, contratado especialmente para fazer os pratos mais deliciosos para os pacientes.

 

Esse empreendimento custou mais de 400 milhões de reais aos seus idealizadores e proporcionará uma experiência que não tem preço aos seus pacientes.

 

 

Jorge Moll, fundador da rede e cardiologista, diz que o Hospital Copa Star vem para preencher a lacuna carioca de hospitais com atendimento cinco estrelas, algo que já existe em São Paulo e em outros lugares do mundo.

 

Elaborar um ambiente requintado não foi fácil, tudo foi milimetricamente pensado para que o conforto do lugar fosse tão importante quanto a preocupação com o atendimento à saúde. A equipe dessa grande obra de arte carioca é composta por 550 profissionais, desde a área de enfermagem até a hotelaria. Contemplando áreas da medicina que precisam de um cuidado maior, a neurologia e a cardiologia são pontos altos no atendimento.

 

Pronto para cirurgias de alta complexidade, o fundador já sonha com suas novas unidades em São Paulo e Brasília.

 

Unir o útil ao agradável resume bem esse empreendimento visionário.

 

Desde quando o hospital era só um projeto, os treinamentos dos que hoje trabalham para servir o paciente como hóspede já eram intensos. A preparação contou com diversos cursos para qualificar profissionais e até mesmo atores para simular situações de conflito.

 

A Insustentabilidade da Formula 1

Foi no começo de Janeiro que veio a notícia. Através de uma triste declaração oficial, a equipe Manor, atual última colocada no grid da Fórmula 1, entrou em estado de falência. E isso após sua melhor temporada no esporte, caracterizada por uma ferrenha luta com a suíça Sauber, até então equipe do brasileiro Felipe Nasr, dona de um investimento substantivamente maior. Porém, o choque se revela mais cruel por se dar, justamente, após um período de inegável amadurecimento do time, o qual culminou num oficial apoio técnico da campeã Mercedes.

É certo que inúmeras equipes já fecharam as portas nesses quase 70 anos de categoria. Também é certo que o elitismo e o alto nivelamento característico da modalidade, sempre conspiraram para criar um cenário hostil, agravado quando em ocasiões de profundas mudanças de regulamento – como as que se darão no campeonato de 2017. Porém, é igualmente correto afirmar que os altos custos e a politicagem nos bastidores do chamado “circo da F1”, nunca foram tão danosos aos seus participantes, a ponto destes se verem, unicamente, como palhaços, assim gastando exponenciais somas monetárias, recebendo, em troca, injustificável retorno.

Por mais incapazes que sejam de enfrentar de igual para igual as maiores potências do esporte, há de se salientar a importância dos times menores na categoria. Mais do que participantes, são eles reais representantes da inventividade na competição, donos das mais especializadas fábricas, assim capazes de construir diferenciais que angariam benefícios, não somente para sua participação, mas também e principalmente para a modalidade como um todo. Afinal, diferentemente de outras “fórmulas”, na Fórmula 1, todo time é também, em sua natureza esportiva e administrativa, um construtor. Aquele responsável por fazer seu próprio equipamento, levando-o a impensáveis limites, visando unicamente o sucesso.

Cabe somente a Fórmula 1 enxergar isso. Afinal, da mesma forma que não é incomum a falência de equipes na categoria, é menos incomum ainda a sua compra. Dessa forma, times menores como a Stewart e a Tyrrell, por exemplo, deram origem às gigantes Red Bull e Mercedes. Hoje, principais competidoras pela vitória. De igual forma, mais carros significa não somente mais lugares para jovens e promissores pilotos, como mais carenagens para potenciais novos patrocinadores, o que diretamente incide sobre a visibilidade da categoria e sua relevância perante o público.

Já é mais do que hora da Formula 1 acordar. Hoje, o seu cenário se caracteriza por uma frenética briga por pontos, não visando a disputa, mas também e principalmente a sobrevivência. Em paralelo, a distribuição dos lucros é cruel, deixando todos a beira de um imediato precipício. E isso, aliado a habitual e arrogante mentalidade da categoria, a faz tomar atitudes visando unicamente interesses próprios – mesmo que conflitantes aos seus personagens.

Pois é regra de qualquer negócio saber tratar bem seus personagens. Logo, a Fórmula 1 não terá nenhum para se preocupar. Pior; o numeral um, em seu nome e história, assim somente ficará. Um simples eco dos cada vez mais distantes dias de sua glória.

 

Homem supera obstáculos e após 19 anos se forma em Medicina

José Reinaldo Lopes da Silva, morador de Monte Belo, interior de Minas Gerais, tinha um sonho, deixar de ser lavrador para se tornar médico. A paixão pela carreira começou depois de frequentar um hospital durante o tratamento da irmã. Naquele momento, acompanhando a rotina dos profissionais, ao 20 anos de idade, decidiu investir suas finanças e tempo na realização deste desejo.

O hospital era um hospital escola, ou seja, possuía rotinas específicas como as corridas de leito, na qual os professores vão percorrendo os leitos com alunos de Medicina, a fim de discutir os diagnósticos. Isso chamou atenção de José e o fez se interessar pela carreira.

Oriundo de uma família de oito irmãos, trabalharam toda a vida no corte de cana, o que tornava a realização do sonho ainda mais difícil. Quando decidiu estudar medicina, Lopes tinha apenas o ensino fundamental. Levou uma vida rural, trabalhou em uma fazenda em Alfenas e se mudou para Monte Belo para trabalhar em uma granja de suínos.

O caminho percorrido até alcançar seu objetivo foi longo e difícil, mas Lopes contou com bastante incentivo, um deles veio de uma cardiologista que encontrou durante o tratamento da irmã.

Ana Márcia de Melo o aconselhou que, ao invés de usar seu dinheiro para pagar a consulta da irmã, o utilizasse para comprar livros e estudar, já que tinha a intenção de tornar-se médico.

A história dos dois possuía muitas similaridades. Além de parentes distantes, ambos encontraram dificuldades para estudar. Tamanha coincidência mexeu tanto com a cardiologista que ela escreveu um livro com um capítulo inteiro falando da vida de Lopes. O livro é uma autobiografia, mas que também relata a história de pessoas que fazem as coisas de modo diferente.

José Reinaldo seguiu vencendo uma barreira por vez, até que foi aprovado no vestibular para Medicina em uma faculdade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Iniciou o curso sem pagar as mensalidades, pois não tinha condição financeira para tal. Passaram-se seis meses e José escreveu uma carta para reitoria contando sua história. Com isso, conseguiu bolsa integral e pôde completar os seus estudos. Seis anos depois, colou grau e enfim, realizou seu sonho de se tornar médico.

Atualmente, José trabalha no Hospital Bom Pastor, em Varginha, interior de Minas Gerais. Ao todo, levou 19 anos para conseguir realizar seu grande desejo. Com todos os obstáculos ultrapassados, traçou sua meta e a perseguiu até o fim.

Saiba mais:Lavrador larga a roça para estudar e se torna médico após 19 anos em MG

Eduardo Sirotsky Melzer: exemplo de como não depender do sobrenome para fazer o seu nome próprio

A situação por qual passamos, de crise econômica e instabilidade nos negócios, acrescida de uma alta taxa de desemprego, para alguns desmotiva ao empreendedorismo, mas para outros só estimula ao desafio de manter-se erguido, sem falir, fazendo então a economia girar. Dentre muitos exemplos de sucesso, encontramos uma referência do momento, Eduardo Sirotsky Melzer, também conhecido como Duda, um empreendedor de 44 anos, que acumula diplomas e experiência no mundo empresarial, além do fato de pertencer à terceira geração da tradicionalmente empreendedora família Sirotsky, portanto, também neto do fundador do da RBS – Brasil.

 

Uma trajetória profissional que começou como boa parte dos jovens, desconsiderando-se o contexto familiar, cursando uma faculdade de administração. Mais detalhadamente, aos 26 anos, Eduardo Sirotsky Melzer formou-se no curso de Administração de Empresas, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Depois disso, tornou-se ainda MBA (Master of Business Administration), em 2002, com um Mestrado em Administração de Negócios, além de ter feito outros dois cursos executivos, em 2008, nos Estados Unidos, numa das escolas de pós-graduação da Universidade Harvard, a Harvard Business School. E, com tamanho gabarito que por consequência traz relevância social, tornou-se até conselheiro da Bienal do Mercosul, uma mostra internacional de arte contemporânea, ocorrida sempre na capital gaúcha, Porto Alegre, por meio da Fundação Iberê Camargo, da Wine.com.br e da e.Bricks Digital.

 

Mas, apesar de conseguir atingir, em 2016, a posição de Chairman (em inglês, “o homem da cadeira”, expressão utilizada para definir o presidente dos acionistas de uma corporação) e presidente do Grupo RBS – Brasil, assim como nos estudos, Eduardo Sirotsky Melzer começou cedo sua carreira, e bem longe dos negócios da família. Nos Estados Unidos, chegou a ser analista financeiro sênior da Delphi, além de diretor-geral de uma empresa de mídia não-tradicional, chamada BoxTop Media. E antes desses, também nos EUA, trabalhou de franqueador máster da multinacional Sweet Sweet Way – Brasil e de consultor da Booz Allen & Hamilton.

 

É válido ressaltar também que o cargo de chairman na RBS – Brasil, conquistado no ano passado, não foi o seu primeiro do tipo, pois, em 2012, Eduardo Sirotsky Melzer fundou a e.Bricks Digital, assim também sendo o seu “homem da cadeira”, presidente dos acionistas. Tanta experiência e conquistas meritórias, obviamente levariam o seu nome a ser considerado para premiações. Não demorou muito para que recebesse o seu primeiro prêmio, o Caboré, em 2006, de Profissional de Veículo. Depois desse, foram pelo menos mais seis, dos quais vale destacar os de Destaque Profissional da Associação Brasileira de Propaganda (ABP), em 2009, na categoria Executivo de veículo; Empresário de Comunicação do Ano, da Semana ARP de Comunicação, em 2013; Empreendedor do Ano (Ernst e Young), em 2015, na categoria Family Business; e talvez o mais relevante deles, também em 2015, destacado na lista de líderes do Cambridge Institute for Family Enterprise (CFEG), que traz, anualmente, 25 membros das novas gerações de famílias empresárias, e de qualquer lugar do mundo, considerados bons exemplos, estando à frente dos negócios familiares.

 

Tudo isso termina por nos servir de exemplo, afinal de contas. O caso de Eduardo Sirotsky Melzer não é certamente o único, mas é um dos mais emblemáticos no país, de como um jovem, ainda que nascido em família já detentora de negócios, pode preferir começar por si próprio nesse mundo de altos riscos, para só depois tomar conta dos negócios familiares. Melhor ainda, serve também para mostrar que um jovem nascido em família com boas condições, não deve acomodar-se, mas correr atrás de fazer o seu próprio nome, não dependendo apenas do seu sobrenome.