Compostos químicos causam distúrbios hormonais e diversas outras doenças, inclusive o câncer

Com a industrialização de muitos alimentos e o consumismo desenfreado, muitas doenças pegaram carona e se instalaram no organismo humano. Muitas delas nem mesmo existiam, e só passaram a existir depois do consumo de certos aditivos químicos. No geral, esses vilões são muito silenciosos e estão presentes nos mais variados produtos que compramos, dentre eles os cosméticos, alimentos industrializados, e até mesmo os brinquedos das crianças.

Esses compostos químicos são responsáveis por diversos distúrbios hormonais, e segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde, existem ao todo 800 tipos de composto químicos que estão na lista negra por serem prejudiciais a saúde humana. A maioria das substâncias ainda está em análise pelos cientistas, no entanto, já há indícios revelados em cerca de 66 dos compostos, apontando sua ligação com a alteração na atividade endócrina. Dentre eles, o bisfenol A (BPA), a dioxina, a atrazina e outros vários tipos de ftalatos (BBP, DEHP, DOP e DBP).

A OMS divulgou os dados para que esses compostos sejam retirados e os alimentos sejam regulamentados sob uma nova avaliação. Isso porque o número de casos de doenças relacionadas a distúrbios hormonais só tem aumentado, além dos constantes resultados de diversas pesquisas onde é avaliada a saúde de animais que entram em contato com os compostos.

Os cientistas já sabem que alguns dos compostos químicos de fato são prejudiciais, no entanto, esses produtos ainda continuam a ser comercializados em massa. O ftalatos, por exemplo, é encontrado em diversos produtos plásticos ou produtos que tenham contato com plástico, como, brinquedos, alimentos embalados com plástico, produtos de limpeza, produtos de beleza, sabonetes, perfumes, e diversos outros produtos que tem fragrância.

Já o outro maléfico, o bisfenol A (BPA), é facilmente encontrado nas garrafas de plástico, nos cosméticos, em CDs, nos brinquedos das crianças e até mesmo nas mamadeiras do bebê. Dentre os compostos, alguns deles como o ftalato DBP acabou perdendo utilidade para a industria, que antes o usava como uma forma de plastificar impressões nas unhas, porém, sua toxidade é tão forte que mesmo não sendo mais comercializado, o composto ainda será passado em diversas gerações pelos que usaram produtos com o derivado.

O fato é que esses compostos devem ser vistos como um vírus de alta periculosidade, já que seus efeitos muitas vezes podem ser irreversíveis. Ainda mais quando se trata de uma exposição muito precoce a esses contaminantes. Existem períodos da vida que são extremamente delicados e que se tiverem contato com esses compostos poderá interferir totalmente nos hormônios do individuo, sendo eles, o primeiro momento da vida que seria ainda dentro do útero e quando a pessoa atinge a puberdade. Esses são os momentos mais definitivos para evitar a exposição a qualquer um desses compostos químicos para não trazer nenhum distúrbio hormonal.

 

Veja também, 12 substâncias químicas prejudiciais ao corpo humano.

 

Segundo novo estudo os cães gostam mais de reggae e rock leve

O que pouca gente suspeitava agora parece estar confirmado, os cães têm gosto musical. Ainda foi constatado que eles também têm preferência de gênero, sendo que a maioria prefere o som do reggae e do rock leve. O estudo foi feito pela Universidade de Glasgow, na Escócia, e com a ajuda da SPCA Escocesa, organização protetora dos animais.

Para realizar o estudo, os cientistas analisaram a influência que as músicas tinham nos diferentes tipos de comportamento dos cachorros. Eles também usaram os batimentos cardíacos dos animais a medida que as músicas eram trocadas nos mais variados gêneros para poderem avaliar. O que eles perceberam foi que os gêneros, reggae e soft rock, apresentaram maior relaxamento nos cães. Neil Evans, professor da Universidade de Glasgow e um dos colaboradores do estudo disse: “Em geral, a resposta para diferentes gêneros foi misturada, evidenciando a possibilidade de que, como os humanos, nossos amigos caninos têm suas próprias preferências musicais”.

O estudo foi feito em um canil em Dumbarton com diferentes cães, os cientistas tocaram cinco gêneros de música diferentes, dentre eles: pop, reggae, motown, rock leve e clássico. A medida que as músicas tocavam, os animais apresentavam certas características como ficar mais tempo deitados ou em pé o que quer dizer que a música influência indiretamente no comportamento físico e também psicológico dos cachorros.

Também observaram a mudança nos batimentos cardíacos dos animais toda vez que uma música era tocada. Todas as músicas tocadas dos cinco gêneros musicais apresentaram grande relaxamento e diminuição dos níveis de estresse dos animais. Então foi avaliado cada um dos gêneros e foi ao som do reggae e do rock leve que os cães demonstraram ainda mais tranquilidade, o que para Evans, caracterizou como os gêneros que mais influenciavam o comportamento dos animais, de forma bem significativa e muito positiva.

A pesquisa apesar de parecer descontraída, tem grande influência e impacto para a vida e bem-estar desses animais que hoje fazem parte da vida de muitas pessoas. Eles estão tão presentes, que no ano de 2013 foi confirmado um número maior de cachorros do que de crianças. Sendo assim, os cães são mais que grandes amigos, eles fazem parte da vida de muitos seres humanos, e saber lidar com eles é fundamental. Dessa forma, saber os gostos musicais do animal pode contribuir muito para que eles estejam sempre bem relaxados.

A descoberta tem tanta influencia que a organização SPCA Escocesa, decidiu que irá investir em diversos aparelhos de som que serão instalados nos canis para que os animais tenham maior tranquilidade enquanto aguardam um novo lar. Os pesquisadores ainda pensam em ir mais a fundo e descobrir também quais seriam as músicas preferidas dos animais e criar uma playlist totalmente personalizada ao gosto dos caninos.

 

Veja também a nova inteligência dos cães.

Claudio Loureiro, da Heads, desenvolve campanha para a Caixa Seguradora

A Heads Propaganda, do publicitário Claudio Loureiro, divulgou informações sobre as campanhas que foram desenvolvidas para a Caixa Seguradora. Os filmes irão ser protagonizados por clientes reais, que passam por experiências do cotidiano com a empresa. Os filmes serão veiculados na televisão e também nas redes sociais da marca.

Uma das ideias da agência para garantir que os depoimentos dos clientes da Caixa Seguradora sejam mais reais foi fazer uso de método de filmagem que é feito através de um plano sequência. Esse tipo de gravação não tem nenhum corte entre as cenas, o que possibilita um plano de ação feita com sequências inteiras e completas.

O diretor de criação da agência, Saulo Angelo, ressaltou que o objetivo dessa estratégia é mostrar conselhos reais de clientes que obtiveram benefícios com a empresa. Segundo ele, existem muitas coisas que temos a aprender uns com os outros. Quando estamos precisando descobrir algo, a melhor alternativa é se consultar com pessoas que já vivenciaram essa mesmo situação. Essa estratégia de repassar experiências com conselhos é uma das melhores maneiras de se conseguir um grande aprendizado. Essa propaganda da Caixa Seguradora será, portanto, centrada em conselhos. Conselhos reais de pessoas que conhecem realmente a empresa.

Em 2016, liderada pelo publicitário Claudio Loureiro, a Heads Propaganda lançou cinco propagandas inéditas para a Caixa Seguradora. Em cada filme, tiveram clientes como protagonistas que contaram as suas histórias. Três filmes foram divulgados durante o primeiro semestre do ano, enquanto os outros dois foram lançados no segundo semestre do ano.

Além de adotar essa estratégia de filmar com o método do plano sequência, a agência Heads de Claudio Loureiro e toda a sua equipe decidiram dar bastante ênfase na frase-tema da campanha: “E assim, como é bom para mim, é para você sim”. Pois esse tema está de acordo com os princípios adotados pela agência, que acredita na importância desse conceito de pessoas reais repassando conselhos úteis para as outras pessoas.

A equipe da Heads, de Claudio Loureiro, acredita que o segredo para o sucesso está em produzir conteúdo e se comunicar com as pessoas de uma forma que realmente o informe e ajude. Por essa razão, o conceito da campanha se focou em ouvir as experiências de várias pessoas e desenvolver o restante do filme através das histórias que foram retratadas.

A redação dos filmes foi desenvolvida pelos profissionais Saulo Angelo e Cícero Fraga. Já a direção de arte, por sua vez, teve a liderança de Hugo Michels e a produção gráfica feita por Rafael Toscano.

Com quase 30 anos desde a sua criação, a agência Heads de Claudio Loureiro possui 100% do seu capital nacional e foi criada pelo publicitário inicialmente na cidade de Curitiba, tendo se expandido depois para outras grandes cidades do Brasil como São Paulo, Brasília e Curitiba. De acordo com o famoso Instituto “A Great Place To Work”, a agência foi escolhida como uma das melhores empresas do meio de publicidade e propaganda para se trabalhar no país e entre as melhores do mundo.

 

Rara imagem da morte de uma estrela é divulgada por agências espaciais

 

Nebulosa de Calabash
Nebulosa de Calabash

A morte de uma grande estrela, com tamanho igual ao sol, foi capturada por uma belíssima imagem divulgada por duas grandes agências espaciais, a Nasa e a ESA. A captura mostra exatamente o momento em que a estrela morre, um evento raro de ser observado. O telescópio Hubble foi responsável pela foto, onde foi possível observar vários jatos de gás e de poeira cósmica que foram lançados pela estrela em alta velocidade no espaço, transformando-se em uma grande nebulosa, que foi chamada de Nebulosa de Calabash.

Esse fenômeno tem como característica, ser extremamente rápido, o que torna muito difícil de ser registrado pelos astrônomos. Cientistas da Nasa informaram que a nebulosa irá demorar mil anos para se transformar completamente, e ainda apelidou a nebulosa como, Nebulosa do Ovo Podre, por conter uma grande quantidade do elemento enxofre, que combinado com outros elementos acaba por produzir um cheiro desagradável semelhante a ovo podre. A agência ainda brinca com o nome: “Mas, por sorte, ela fica a mais de 5.000 anos luz da Terra, na constelação de Puppis”, disse em nota sobre a imagem divulgada.

Na imagem, é possível visualizar uma luz amarela como se fosse uma calda, que os cientistas explicam ser jatos de gás lançados em grande velocidade para em diferentes direções, sendo que eles podem alcançar uma velocidade de 1 milhão de quilômetros por hora.

Os cientistas também explicam que esse é uma ação natural de todos os seres vivos, e não seria diferente com os corpos celestes. As estrelas passam por diversas fases, desde o nascimento, a evolução e a morte. Todo o percurso da estrela dura em média bilhões de anos para concluir, e quando estão próximas de seu fim, tornam-se gigantes vermelhas, nome dado às estrelas que estão a poucos passos da morte. Por fim, partes de seu corpo é espalhado por todo o universo, o que quer dizer que sua morte pode também significar renascimento, pois é assim que são formadas as nebulosas planetárias, até formarem também as anãs brancas.

Outra grande estrela que é importantíssima para a vida na Terra é o Sol, e como todas as estrelas, um dia irá morrer. No entanto, a morte da nossa tão fabulosa estrela ainda irá demorar muitos anos, os cientistas avaliam que o Sol só se tornará uma gigante vermelha daqui 5 bilhões de anos, ou seja, daqui muito tempo, isso irá acontecer quanto todo o hidrogênio que existe em seu núcleo acabar. O sol se tornará 22 vezes maior que seu tamanho original, ficará ainda mais vermelho e por fim ficará mais frio. Uma coisa intrigante, é que os cientistas afirmam que quando o Sol atingir essa fase, ele passará a absorver os planetas existentes no Sistema Solar, assim como o planeta Terra.

Conheça mais sobre nossa extraordinária estrela, o Sol.

 

Cientistas indicam que pode ser possível impedir a colisão de asteroides com a Terra através de um projétil

Após a explosão meteórica que atravessou a atmosfera e rompeu a região russa, novas pesquisas começaram a ser realizadas com a intenção de descobrir uma forma de proteção contra os asteroides. Dentre as hipóteses, uma muito cogitada seria o desvio da órbita do asteroide através de um projétil lançado ao espaço, para assim evitar uma colisão com o planeta Terra. Segundo o IEEC – Instituto de Estudos do Espaço da Catalunha, através de um estudo, eles afirmaram que seria possível o desvio feito por um projétil.

A pesquisa foi publicada no The Astrophysical Journal, e já teve grande repercussão entre os estudiosos. Para chegarem a essa possibilidade, eles usaram como base o meteorito Chelyabinsk, que atingiu a Rússia em 2013. Segundo o estudo, para conseguir impedir a colisão de um asteroide com a Terra através de um projétil, é preciso analisar a composição, a densidade e a estrutura interna do asteroide, e claro, tudo teria que ser feito com o máximo de antecedência.

Este é apenas mais um estudo realizado para encontrar maneiras de intervir entre objetos que possam atingir a Terra. Outra divulgação realizada para a avaliação do problema foi feita pelo governo americano, que se empenha para poder solucionar a ameaça do espaço.

Os cientistas indicam que uma colisão de um asteroide com a Terra, pode ter grandes consequências para toda a vida biológica do planeta, porém, é mínima as chances de um objeto capaz de causar essas devastações cair no planeta. Os mais prováveis são os objetos como o meteoro Chelyabink, que possuem cerca de dezenas de metros, ou seja, tem impacto bem menor em uma colisão. Esses objetos continuam a ser descobertos a todo momento, e tanto quanto os de pequeno impacto, ainda existe a possibilidade de um objeto grande colidir com a Terra.

O caso de Chelyabink aponta para uma interessante arma biológica do planeta em defesa a corpos celestes. O meteoro que atingiu a região russa, tinha cerca de 18 metros de diâmetro, e assim que atingiu a atmosfera terrestre, ele se fragmentou formando milhares de pequenos pedaços os quais caiu sobre diversas partes da Rússia. O objeto que antes pesava 13 mil toneladas, acabou por chegar a superfície com 4 mil quilos, tendo um impacto muito menor do que seria esperado se a Terra não atuasse como um escudo protetor. O pequeno meteoro, ainda assim deixou estragos na Rússia, tanto em danos materiais, quanto em centenas de pessoas que ficaram feridas.

Jordi Sort e sua equipe da UAB – Universidade Autônoma de Barcelona, realizaram em laboratório, medições sobre a mecânica do meteorito Chelyabink, que apontou uma semelhança entre outros tipos de asteroides. Foram analisados partes sistemáticas, como a elasticidade, a dureza e a resistência à impacto do corpo celeste. Com essas informações, é possível enviar um projétil capaz de impactar com um asteroide e finalmente, poder impedir seu impacto no planeta.

Conheça mais sobre corpos celestes.

 

 

FMI diz que o Brasil crescerá apenas 0,2% em 2017, Marcio Alaor reporta detalhes

Relatório do FMI, divulgado em meados de janeiro, indicou uma diminuição na previsão de crescimento da economia brasileira para 2017 e 2018 na comparação com os dados apresentados pela mesma entidade em outubro de 2016. Avanço esse ano deve ser de apenas 0,2%

As projeções do FMI (Fundo Monetário Internacional) a respeitos da economia brasileira não têm sido muito boas nos últimos anos. E, de fato, muitas delas acabam se concretizando. Por isso, como noticia o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor, o último relatório da entidade sobre o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro para o ano de 2017 não foi nada animador.

Na verdade, segundo o último relatório do FMI, divulgado no começo da segunda quinzena de janeiro, além de ser extremamente baixo, o avanço da economia nacional este ano é menor até mesmo do que o que previa a entidade alguns meses antes. Em outubro de 2016, as projeções apontavam para um crescimento de 0,5 por cento este ano. Contudo, o novo relatório veio com 0,3% a menos, ficando apenas em 0,2%.

O empresário do BMG, Marcio Alaor reporta que essa retração nas previsões do FMI para o PIB do Brasil é fruto dos números relativos ao desempenho da economia nacional no ano passado, que foram mais fracos do que às expectativas do mercado. Dessa forma, como em outubro de 2016 ainda não era possível saber como exatamente seriam os dados referentes aos 12 meses daquele ano, as projeções da entidade indicadas em seu penúltimo relatório foram melhores do que o que se observou ao final do ano.

O avanço da economia brasileira este ano também será bastante inferior ao que, segundo o FMI, crescerá toda a América Latina e o Caribe, destaca Marcio Alaor do BMG. No entanto, as previsões para essa região também foram reduzidas na comparação com o que foi observado no relatório de outubro, caíram de 1,6% para 1,2%, informa o executivo do Banco BMG. Já a queda das projeções de crescimento da América Latina e do Caribe para 2018, foi menor do que a indicada para este ano. Eram de 2,2% em outubro de 2016 e passaram para 2,1% em janeiro de 2017.

Essa retração nas expectativas de crescimento da região, de acordo com o FMI, tem como uma das causas a lenta recuperação da Argentina e do Brasil, já que os dois países avançaram menos do que o previsto no segundo semestre de 2016. Além disso, as dúvidas sobre o futuro da economia mexicana, os números extremamente negativos da Venezuela e algumas incertezas sobre as finanças dos Estados Unidos também contribuíram para a diminuição das projeções para a região.

Já em relação às expectativas para a situação econômica do Brasil em 2018, o executivo do BMG, Marcio Alaor noticia que o último relatório do FMI não indicou alterações. De acordo com a entidade, o crescimento no próximo ano será de 1,5 por cento, mesmo índice apontado em outubro de 2016.

Quando são confrontados os números do Fundo Monetário Internacional com os do relatório Focus, do Banco Central, há algumas disparidades. Para 2017, por exemplo, o BC prevê um crescimento de 0,5%. Ou seja, 0,3 por cento a mais do que apontou o FMI, ressalta o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor. Já para 2018, a diferença é de 0,7%, já que o Focus apontou para uma elevação de 2,2% da economia nacional, ante 1,5% indicados pelo FMI, conclui o empresário do Banco BMG.

Jovens investidores apostam no hidromel, bebida mundialmente conhecida no público

hidromel

Três jovens empresários investiram R$ 130 mil em uma bebida muito famosa entre o público nerd, o hidromel. A bebida alcoólica já é considerada a mais antiga na história da humanidade, tendo sido mais consumida na Idade Média, onde acabou cedendo espaço para o vinho. Com o passar dos anos, o hidromel novamente desperta a curiosidade principalmente dos leitores, que encontraram nos livros, a bebida tão presente na vida de seus personagens preferidos.

Dentre as obras mais famosas em que o hidromel é citado, estão: Harry Potter, Beowulf, Robin Hood e Senhor dos Anéis, além de estar presentes também em jogos de RPG, onde a realidade permeia a Idade Média. Foi então que os três jovens empresários viram a oportunidade de unir um modelo de negócio a um público apaixonado.

O mais novo dos três, André Wersehgi Júnior, tem 25 anos, Sarah Lisboa, tem 26 e Rafael Alexandre tem 27. Juntos eles investiram um capital alto e apostaram no sucesso da bebida voltada especialmente para o público nerd, e hoje são os primeiros a construir uma fábrica no Brasil totalmente especializada em hidromel. A fábrica fica localizada na cidade de Sorocaba (SP), no Parque Vitória Régia.

André e Sarah, fizeram um trabalho sobre a bebida para a conclusão do curso que faziam de Engenharia Química, e contaram com o designer, Rafael, para iniciarem todo o projeto. Logo após o projeto ter sido colocado em prática, o designer se mudou da cidade de São Paulo, para morar em Sorocaba, e contribuiu com a criação visual da identidade da marca.

Evidentemente, os três são apaixonados por toda a história da bebida, desde a sua existência na Idade Média, até a sua aparição nos livros e filmes da atualidade. Eles começaram os primeiros experimentos da bebida em casa totalmente artesanal, no ano de 2003, e foi após três anos que tiveram a ideia de construir a primeira fábrica de hidromel do Brasil. “O Brasil possui uma grande variedade de mel e tem tudo para se tornar uma referência no segmento“, afirma André.

A produção da bebida alcançou números grandiosos em pouco tempo, cerca de quatro mil garrafas são fabricadas por mês da bebida. Além disso, a fábrica conseguiu o seu registro no Ministério da Agricultura em pouquíssimo tempo, e desde então participa de eventos e feiras que abrangem o público nerd, dentre os temas medievais.

A bebida leva 10 dias para ser fabricada, muito parecida com a fabricação do vinho. Sua composição é feita de água, mel e leveduras, que permanece em repouso em um tanque de fermentação por uma semana, até finalmente serem filtrados, onde adquirem o teor alcoólico. Após esse processo, o hidromel vai para o armazenamento, onde é envasado e pasteurizado, passando para a bomba de transferência.

O custo da garrafa de 750 ml é de R$ 50, e são facilmente encontradas em diversos empórios, pequenos mercados e restaurantes do Estado de São Paulo. Para quem mora longe do Estado, existe a opção de encomendar a bebida para ser entregue em todo território nacional. Rafael fala sobre as vendas: “Já vendemos até para o Amazonas e somos fornecedores de uma taverna em Campinas“.

Conheça a história do hidromel.

A batata frita deixou de ser vilã?

batata frita

Não é uma cena incomum: você vai a uma lanchonete fast-food, pede um lanche com uma porção de batatas fritas, come tudo e, após a refeição, sente-se culpado por conta de ter ingerido grande quantidade de fritura, que, segundo a consciência coletiva, faz bastante mal ao organismo. Então, pensa: como a vida seria mais fácil se batatas fritas fossem saudáveis e pudessem ser ingeridas sem essa culpa toda?

Pois agora, já há motivos para celebração, mesmo que com parcimônia. Um grupo de pesquisas da Universidade de Granada, na Espanha,concluiu que  a ingestão de batatas fritas pode ser mais saudável que a de batatas cozidas, para a alegria geral das nações. O grupo responsável pela pesquisa estava investigando a chamada dieta mediterrânea, já há tempos sinônimo de saúde, prevenção de doenças e riqueza em antioxidantes. Um ponto forte da dieta mediterrânea é o consumo de vegetais frescos e azeite extra-virgem, ambos ricos em vitaminas, betacarotenos e um importante grupo de antioxidantes, chamados de fenóis. O consenso geral era de que toda essa riqueza em saúde se perdia quando os alimentos passavam por algum processo de cozimento, e foi nesse ponto em que os pesquisadores focaram. No caso da batata, eles testaram diversos tipos de cozimento, como fritar mergulhando em azeite extra virgem, cozinhar em água, cozinhar em água com óleo e saltear. A ideia era medir a quantidade de fenóis presentes no alimento após o cozimento. O que eles concluíram foi que, nos processos de cozimento simples, a quantidade de fenóis não era significativamente alterada, mas, quando o alimento era frito pelo azeite extra-virgem, que também é rico em fenóis, esses compostos acabavam passando para a batata, que apresentava um grande salto na quantidade de fenóis, o que, teoricamente, faz com que a batata frita seja mais saudável que as outras.

Isto posto, nem tudo na vida são flores: há pontos importantes nos processos que devem ser levados em conta. As batatas eram frescas, o que não é padrão nas lanchonetes, como a citada no começo do texto; além disso, o azeite utilizado para o processo de fritura é do tipo mais nobre que existe – logo, mais caro e não encontrado em qualquer lugar. Claro, não é nada impossível de ser feito, mas não vai ser em qualquer fast-food que você poderá sair com a consciência tranquila. Ao menos por enquanto, para sair feliz depois de uma porção de batatas fritas, só se elas forem gourmet.

 

Zero Hora é destaque internacional sob a liderança de Duda Melzer

O jornal Zero Hora, controlado pelo grupo RBS e sob a liderança do presidente Duda Melzer, conquistou destaque internacional através do prêmio Behance Review 2016. O tabloide venceu na categoria webdesign pela criação de uma edição especial para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

O Behance é um portfólio online onde são publicadas campanhas multimídias de qualquer área de criação como fotografia, design gráfico, ilustração e moda. A plataforma recebe grande fluxo de visitas e a maior parte delas vem de grandes companhias, como Apple, Nike, Adobe e Google, que a utilizam para encontrar designers e fazer parcerias. Os trabalhos expostos no site são classificados em diversas categorias e são avaliados por um grupo de profissionais da Adobe Estados Unidos, os projetos selecionados recebem um selo do Behance e ganham ampla divulgação internacional.

O ZH Ouro, nome dado ao especial desenvolvido pela marca do chairman Duda Melzer, detalha informações sobre os esportes olímpicos, além das estatísticas de cada modalidade e nome dos principais jogadores. Por meio de levantamentos realizados pela equipe editorial de esportes do jornal, foi possível elaborar o guia que contém animações inovadoras, com linguagem descontraída que facilmente se aproxima do público.

O especial, lançado em agosto do ano passado, foi desenvolvido pelo designer Leonardo Azevedo que comentou que o sucesso do projeto foi graças a um trabalho em conjunto com a editoria de arte, em colaboração com profissionais de web, programação e de redação. “Concorremos com milhões de projetos e estamos satisfeitos com o destaque do ano”, mencionou o designer.

Duda Melzer demonstra sua preocupação com o cliente e com a modernização da marca desde o início de sua gestão. No ano passado o empresário lançou tablets do modelo Galaxy Tab E, acompanhados com a assinatura do jornal Zero Hora. A iniciativa também ganhou destaque internacional e foi premiada pela International Newsmedia Marketing Association (INMA) que reúne empresas de mídia líderes de mercado em mais de 80 países. Segundo o administrador, essa foi a forma encontrada pelo grupo RBS de melhorar a interação com o público e conhecer as suas preferências e hábitos de consumo.”Inovamos na organização do conteúdo e criamos novos espaços para fortalecer o vínculo com o leitor”, disse.

Esse tipo de premiação traz credibilidade e visibilidade para a empresa no mercado, além de motivar a equipe gerando aperfeiçoamento do trabalho. Duda Melzer, atual gestor do Grupo RBS é membro da 3ª geração da família Sirotsky e neto do fundador da empresa, Nelson Sirotsky. Para ele, a excelência, o crescimento e a busca por resultados são as chaves para aumentar a relevância da marca.

“O cenário atual apresenta realidades paradoxais. Por um lado, os modelos tradicionais estão altamente desafiados. Por outro, o avanço tecnológico e a forma de consumir mídia nunca geraram tantas oportunidades e tanta abertura para a inovação como nos dias de hoje. Aquelas empresas que têm a coragem de se posicionar no mundo novo sairão fortalecidas”, declarou Duda Melzer em comunicado aos colaboradores do Grupo RBS.

Gato búlgaro ganha duas patas traseiras artificiais

O felino Pooh, da Bulgária, acaba de ganhar duas patas traseiras biônicas e é o primeiro gato da parte Continental da Europa e receber esse tratamento.

O primeiro gato a receber membros artificiais foi Oscar, que teve sua cirurgia realizada na Grã-Bretanha no ano de dois mil e nove, pelas mãos do cirurgião veterinário Noel Fitzpatrick.

A realização da operação em Pooh foi executada pelo veterinário búlgaro Vladislav Zlatinov. que se ente orgulhoso e feliz pela empreitada e fela livre locomoção do bicho que ajudou um mês depois que tudo ocorreu.“Seu estado é mais que satisfatório. Ainda está um pouco lento, mas pode caminhar, pular e correr”,falou Vladislav Zlatinov, ao dar uma declração à imprensa de seu país e internacional, interessada com o feito do veterinário e sua equipe.

Acidente de trem

A perda das patas traseiras do gato Pooh deu-se devido a um acidente de trem numa linha férrea na parte rural da Bulgária, em abril de dois mil e dezesseis.

Caso Oscar

Em dois mil e nove outro felino também chamou a atenção do mundo pelo que nele foi feito. Foi Oscar, o primeiro gato da Europa a receber uma prótese nas patas que perdera depois de ser atropelado.

Na época, seus donos, o casal Kate Allan e Mike investiram no bichinho de estimação doente uma quantia que na época equivalia a cento e cinquenta e dois mil reais, segundo revelação de Kate num artigo que escreveu para o Jornal britânico Daily Mail; em que afirmou morar no interior da Inglaterra com o marido Mike e que Oscar, com então dois anos de idade, sempre tivera uma vida tranquila até ser atropelado numa estrada e encontrado por um ciclista.

Oscar corria o risco de ser sacrificado, quando Mike lembrou-se de que o inglês Noel Fitzpatrick já havia inventado próteses para cachorros, e foram consultados, sendo imediatamente por ele ajudados, sem cobrar-lhes absolutamente nada por seus serviços de pesquisa e criação das próteses para as patas que Oscar havia perdido.

A cirurgia foi realizada em novembro de dois mil e nove, com sucesso.

O gato Steven

Ainda na Bulgária outro gato padece do mesmo mal de Pooh e Oscar, e também deve ter a mesma sorte. “Pooh e Steven sobreviveram porque não foram abandonados à própria sorte”, disse Vyara Mladenova, de uma Organização Não Governamental (ONG) de defesa dos animais Let’s Adopt, que arrecadou o dinheiro para que fossem realizadas as operações.