Mudança climática: China promete defender acordo de Paris

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O presidente chinês, Xi Jinping, prometeu proteger o marco do acordo de Paris, que visa combater as alterações climáticas e as emissões de combustíveis fósseis. Ele fez a promessa em um telefonema com o presidente francês Emmanuel Macron, disse o ministério chinês de Relações Exteriores em um comunicado.

O presidente dos EUA, Donald Trump, ainda está decidindo se vai se retirar do acordo – uma promessa de campanha eleitoral. Especialistas em clima se preocupam com o deslocamento desse ato e no que isso implicaria no meio ambiente. Uma reunião da Casa Branca para discutir o tema no começo de maio foi adiada, em meio a relatos de divisões entre os conselheiros sênior de Trump. É a segunda vez que a reunião foi cancelada. Nenhuma nova data foi marcada.

O desacordo atual dentro da casa branca sobre se os EUA deve retirar-se do acordo do clima de Paris é um exemplo principal da intriga muito relatada do palácio dentro da administração de Trump que demonstra um grande debate na política.

Por um lado há funcionários como o estrategista Steve Bannon e o chefe da Agência de Proteção Ambiental Scott Pruitt, que estão no registro pedindo uma saída do acordo. Do outro lado, há funcionários como o secretário de Energia, Rick Perry, que não se comprometeu com uma opinião. Enquanto isso, o secretário de Estado Rex Tillerson disse que os EUA devem manter um “assento à mesa” e que a assessora presidencial / filha Ivanka Trump e o genro Jared Kushner são pró-Paris.

Donald Trump, que publicou uma vez no twitter que o aquecimento global era uma conspiração chinesa, tem evitado em grande parte discussões alargadas sobre o assunto. Enquanto seu governo está constantemente dirigindo para reverter muitos regulamentos da era Obama, as questões ambientais como um todo parecem pouco interessantes para ele.

Qualquer reunião da Casa Branca para elaborar uma política coerente sobre o acordo de Paris que está destinada a ser contenciosa e com uma resolução decididamente incerta. Nessa batalha ninguém está convencido de quem irá ganhar, as opiniões ainda estão bastante divididas.

Xi disse a Macron que a China e a França “devem proteger as realizações da governança global, incluindo o acordo de Paris”, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores da China.

Sob o ex-presidente Barack Obama, os EUA e a China emitiram várias declarações conjuntas sobre as mudanças climáticas, até anunciando juntos que assinariam o acordo de Paris. Os dois países são os maiores poluidores do mundo. Por sua vez, quando o Sr. Macron recebeu seu telefonema de felicitação do presidente dos Estados Unidos, ele disse que ele também procuraria defender o acordo climático.

Falando no começo do mês de maio em uma conferência em Milão, Obama disse que os EUA e a China tiveram que “liderar o caminho” na luta contra as mudanças climáticas. “A boa notícia é que o setor privado já fez uma determinação de que o futuro é energia limpa”, disse ele. “Essas coisas estão trancadas agora, no setor de energia, por causa dos debates que estão ocorrendo na atual administração, os passos podem ser tomados mais lentamente do que eles teriam sido feitos, mas estou confiante”, acrescentou.

 

Passado e futuro se juntam em Hong Kong

Hong Kong é uma cidade que nos leva ao futuro sem deixar o passado de lado. A modernidade e as tradições estão lado a lado na vida de seus moradores. A cidade possui o maior número de prédios com mais de 150 metros do mundo e também uma das áreas mais populosas  do planeta. Concreto e natureza se dividem em seus 1.100 quilômetros quadrados e mais de 7 milhões de habitantes.

A cidade se encontra na costa sul da China, formada pela ilha de Hong Kong, Lantau, pela península de Kowloon, por uma região que se chamam de territórios novos e para completar, se encontram mais de duzentas pequenas ilhas.

Hoje Hong Kong faz parte da China, mas o seu sistema administrativo, é diferente do resto do país, graças às exigências feitas pela Grã-Bretanha, quando devolveu a cidade para o domínio chinês, depois de ocupar o território por 150 anos.

Como consequência, o governo quase não possui domínio sobre a vida das pessoas. A cidade não tem impostos caros e muita burocracia, os produtos importados não são taxados.

Hong Kong realmente é uma cidade de contrastes, onde o Oriente e o Ocidente estão presentes. Passeando pelas suas ruas, pode-se constatar isso o tempo todo, tanto nas construções de prédios altos, quanto nos templos espalhados pela cidade, onde pessoas param para fazer as suas orações.

É assim que se torna possível o equilíbrio dessa cidade, onde o ritmo é bastante acelerado.

Hong Kong possui um dos meios de transportes mais eficientes do planeta. Ônibus, trem, metrô e bondes funcionam muito bem, mas a cidade ainda possui outro meio de transporte, já que ela possui vários níveis, partes planas, subterrâneas e partes altas, nas colinas. Para ser mais fácil o acesso, foram criadas escadas rolantes e esteiras rolantes, que conduzem milhares de pessoas todos os dias. Quem estiver com pressa, pode ultrapassar pela esquerda e quando o movimento fica mais intenso, o sentido das esteiras, pode ser alterado. O usuário além de não pagar esse transporte, ganha crédito no cartão de transportes públicos, sendo esse um incentivo do governo, para que as pessoas se movimentem mais.

Descendo de uma esteira rolante, em contraste com o que se tem de mais moderno, encontramos o Ding Ding, que são bondinhos de dois andares, charmosos e estão há mais de 100 anos em funcionamento, levando cerca de 180 mil passageiros por dia. Eles têm a passagem mais barata que os ônibus e o metrô, por isso o seu número de passageiros é alto.

Mesmo com a eficiência dos transportes públicos e grandes avenidas, muitas pessoas preferem caminhar pela cidade, sempre encontrando uma passarela, que substituindo as calçadas, fazem as ligações entre os edifícios. Lá podem se encontrar passarelas fechadas, cobertas e até mesmo refrigeradas.

Hong Kong está crescendo de forma bem rápida, de maneira vertical, pois seus prédios possuem quase todos mais de 40 andares. A cidade possui uma arquitetura onde nada é por acaso, muitos de seus construtores seguem o Feng Shui, onde há uma harmonização dos ambientes.

 

 

Brasil adota medida contra importação de etanol americano – reporta Marcio Alaor, do Banco BMG

 

Desde o último dia 15 de maio o Brasil passou a adotar uma medida que visa fortalecer o mercado nacional de etanol de cana, contra o crescimento das importações de biocombustível à base de milho dos Estados Unidos: aos importadores foi imposto o estoque mínimo. Conforme ressalta Fernando Coelho Filho, ministro de Minas e Energia, a iniciativa é uma alternativa adequada para regular a crescente importação do combustível norte-americano. A medida vai de encontro à opinião de alguns grupos, que esperavam a taxação do etanol de milho – mas que poderia ser prejudicial ao pais, com prováveis retaliações de Washington, reporta o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor.

Segundo Coelho Filho, em palestra realizada em São Paulo, o governo não busca impossibilitar a importação – apenas criar algumas barreiras para o etanol estrangeiro. Ainda de acordo com o ministro, “Eu particularmente sou contra a taxação porque acho que isso vai voltar para nós bem mais caro, via retaliação, mas precisamos de algumas medidas para proteger nosso etanol de cana do etanol dos EUA de milho”, noticia Marcio Alaor, do Banco BMG. De forma alternativa à imposição de taxações, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) publicou resolução determinando que agentes importadores de biocombustíveis devem atender aos mesmos requisitos de conservação de estoques mínimos e comprovação de capacidade que são exigidos aos produtores situados no país.

Atualmente, as usinas brasileiras são obrigadas a possuir estoques de etanol de, no mínimo, 8% de suas vendas totais realizadas até 31 de março do ano anterior. A determinação foi criada como medida para garantir uma quantidade satisfatória de etanol durante o período de entressafra na região centro-sul, principal produtora no país, durante os meses de dezembro a março. De acordo com um operador local do biocombustível, “Essa medida significa que um importador terá de investir em infraestrutura. Isso provavelmente tirará do mercado aqueles pequenos operadores que fazem negociações oportunistas”, reporta o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor. Ainda como forma a complementar o aumento de barreiras, o governo começou a debater a viabilidade de retomar tarifas no mês de maio, contudo, houve o entendimento de que o assunto deveria ser avaliado de forma técnica antes da próxima reunião da Câmara de Comércio Exterior que ocorrerá em junho.

Aumento das importações bate recorde

De acordo com dados oficiais, as importações de etanol de milho chegaram a 720 milhões de litros – aumento de cinco vezes – somente no primeiro trimestre de 2017. Mesmo sendo um grande produtor do biocombustível, o Brasil é habituado a importar grandes quantidades dos Estados Unidos de modo a suprir o período de entressafra. Todavia, a importação cresceu de forma vigorosa desde o início do ano por conta da baixa produção interna – os produtores dedicaram a cana à produção de açúcar, que apresentava preços mais atraentes que o etanol, cita Marcio Alaor, do BMG.

Conclui o ministro Coelho Filho: “Se vocês pegarem o volume de etanol importado no ano passado e este ano até abril, já importamos quase o mesmo volume que tinha sido importado do ano passado, mostrando que isso está numa ascensão violenta pela super safra de milho que está tendo lá nos EUA. É evidente que esse etanol, quando entra aqui, tira o mercado do nosso etanol nacional”, reporta o vice-presidente do banco BMG, Marcio Alaor.

 

 

O parque Hopi Hari anuncia o seu fechamento

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Quando o Hopi Hari foi inaugurado em 1999, as propagandas anunciavam que o parque seria como “o país mais divertido do mundo”. As atrações do parque, durante alguns anos, realmente faziam valer o que prometia esse slogan. Localizado a 72 quilômetros de São Paulo, no município de Vinhedo, o parque foi se tornando aos poucos, um polo de diversão e era visitado por pessoas de todo país. Em 2011, ele atingiu o seu apogeu: seus números chegavam a 2 milhões de pessoas, os investimentos no parque ficaram em torno de R$ 150 milhões, passando de 58 atrações para cerca de 65, nesse mesmo ano. Foi assinado um contrato com a Warner Brothers, para conseguir usar os personagens da Looney Tunes e DC Universe, personagens da Liga da Justiça.

Nessa época, a marca estava cada vez mais sólida. Mas em 2012, uma jovem de 14 anos, caiu de um brinquedo de uma altura aproximada de um prédio de 23 andares, depois que a trava de segurança do assento desse brinquedo abriu. Com esse desastre, as pessoas passaram a não confiar mais no parque. Apesar da tentativa do estabelecimento, de tentar mudar essa imagem negativa, os investimentos diminuíram e os visitantes também.

Com o aumento dos prejuízos e com uma dívida chegando a R$ 300 milhões, em agosto de 2016, a empresa  pediu recuperação judicial . Em menos de um ano, esses números quase dobraram. Com funcionários sem receber e contas atrasadas, foi anunciado o seu fechamento por tempo indeterminado. Ele é considerado um dos maiores parques da América Latina e o seu presidente José Luiz Abdalla, declarou em nota, que é apenas uma breve pausa e que vão voltar com tudo.

Vários acontecimentos depois da tragédia de 2012, fizeram com que o parque, não conseguisse alcançar de novo, a sua glória. Em cada passo para recuperar o antigo prestígio, um novo fato aparecia e cada vez mais, os visitantes deixavam de ir ao parque. O caso de uma jovem de 18 anos, veio à tona, que quando ela tinha 14 anos, sofreu um deslocamento cerebral ao andar na montanha-russa Montezum, ficando em coma. Essa atração era um dos principais brinquedos e a família da menina processou o parque. Em 2014, um grupo de baderneiros, fez um arrastão dentro do parque, onde seis pessoas tiveram que receber cuidados médicos, depois de muita correria e confusão. Passando quase um mês desse episódio, um grupo de criminosos, fez outra série de assaltos no interior do parque. Por último, uma pessoa ficou tetraplégica em 2014, também na montanha-russa Montezum, e seu processo contra o Hopi Hari, corre em segredo de justiça.

Devido a essa sequência negativa do parque, com prejuízos de mais de R$ 60 milhões por ano, o Hopi Hari acabou pedindo recuperação judicial, para evitar a sua falência. Depois disso, a crise financeira aumentou e esse ano, uma gestão nova assumiu a empresa, prometendo tirar o Hopi Hari dessa situação. Mas apenas trinta dias, não foram suficientes para acabar com os erros de antigos gestores, e o parque fechou suas portas, deixando funcionários com pagamentos atrasados e dívidas muito altas.

 

 

Veterano do exército dos EUA, é absolvido depois de enfrentar acusações por pendurar a bandeira americana em uma cerca após protestos

Um veterano do exército dos EUA de 75 anos de idade, enfrentou acusações criminais por exibir a bandeira americana no site Veterans Affairs em 2016. Ele foi absolvido no final de abril de 2017, por um tribunal distrital dos EUA na Califórnia.

Quase um ano depois que as acusações federais foram arquivadas pelo departamento de justiça de Obama, Robert Rosebrock, não foi culpado de violar uma lei de 1973 de VA (Veterans Affairs), que proíbe a exposição de “cartazes” na propriedade do departamento sem autorização.

O veterano havia sido citado no Memorial Day de 2016 por um oficial de polícia de VA, depois que ele colocou duas bandeiras americanas de quatro por seis polegadas na cerca do lado de fora da instalação de Greater Los Angeles Veterans Affairs (GLAVA) durante um protesto do tratamento da VA de Veteranos sem tetos.

O juiz Steve Kim, determinou que o governo não mostrou provas de que Rosebrock foi informado de que ele não estava autorizado a postar a bandeira e que colocou fisicamente a bandeira na cerca.

Mas Rosebrock, que enfrentou até seis meses na prisão, diz que não pensaria duas vezes sobre fazê-lo outra vez.“Seria tão antiamericano fazer isso?”, disse ele em entrevista à Fox News.

A VA Greater Los Angeles Healthcare System, emitiu uma declaração para a Fox News dizendo que estava “empenhada em fornecer para os veteranos, melhores condições de saúde e moradia. Estamos trabalhando duro para fazer melhorias contínuas aos seus cuidados”. Sua prioridade, segundo o comunicado, “continua a ser a promoção de um ambiente onde os Veteranos possam receber os serviços de qualidade que merecem”.

No pré-julgamento de 14 de abril, as acusações separadas relacionadas às fotografias que Rosebrock tomou de um oficial de polícia do VA sem sua permissão, foram demitidas. As alegações diziam que elas não eram “razoáveis” mesmo sob o padrão mais indulgente da Primeira Emenda, de acordo com um comunicado de imprensa da Judicial Watch .

Robert Patrick Sticht, advogado de defesa de Rosebrock, disse à Fox News que não ficou claro por que o VA decidiu começar a aplicar o estatuto do VA, ou porque os governos Obama e Trump foram adiante com o caso.

Sticht disse que seu co-conselheiro, Judicial Watch e Diretor de litígio, Paul Orfanedes, chegou ao Procurador-Geral Jeff Sessions para solicitar que a administração de Trump, faça uma “nova avaliação” das acusações, mas não recebeu uma resposta.

“Continua incrível para mim que o Departamento de Justiça avançou com essas acusações. Isso mostra que eles não querem os holofotes, sobre o que eles estão indo fazer na instalação de VA em Los Angeles”, disse Sticht à Fox News.

Thom Mrozek, porta-voz da Procuradoria dos EUA no Distrito Central da Califórnia, diz que a decisão de avançar foi feita pelo escritório local e foi em resposta às ações de Rosebrock. Ele disse à Fox News que nunca houve intenção de encarcerar Rosebrock, mas depois de várias citações dadas a ele pela VA, “tivemos de tomar algum tipo de ação”.

Mrozek disse que o que acontecerá em seguida será determinado pelas ações de Rosebrock e como o VA responderá a quaisquer protestos futuros.

 

Conheça a história da Viper – ex banda do executivo Cassio Audi

A Viper é uma banda brasileira de heavy metal e power metal, fundada em São Paulo e, atualmente, liderada pelo baixista Pit Passarell. O grupo começou as atividades no ano de 1985 com as demos Projeto SP Metal e The Killera Sword. Na formação inicial estava André Matos (Vocais), Pit Passarell (Baixo), Yves Passarel (Guitarra), Felipe Machado (Guitarra) e Cassio Audi (Bateria).

O primeiro álbum da banda – Soldiers of Sunrise – foi gravado dois anos após a sua fundação, em 1987 – ele fez tanto sucesso que deu à Viper o título de Iron Maiden brasileiro. Em 1989 veio o segundo albúm do grupo – o Theatre of Fate – marcado por uma mudança significativa no som da banda. Com a entrada do tecladista Junior Andrade, ainda em 1987, o que antes era um heavy metal tradicional, ficou mais melódico.

Ainda em 1989, o baterista Cassio Audi deixou a banda – em seu lugar entrou Renato Graccia – e logo em seguida, em 1990, por divergências musicais com o resto dos integrantes e por conta das suas ocupações com a faculdade, foi a vez do vocalista André Matos deixar o grupo. Quem assumiu os vocais foi Pit Passarel.

A Viper seguiu e, em 1992, lançou o terceiro álbum – o Evolution – que buscou um estilo de metal mais pesado. Considerado um dos melhores álbuns da banda, nessa época, o grupo chegou ao auge. Foi quando veio a bem-sucedida turnê no Japão, no mesmo ano, e o Maniacs in Japan – álbum ao vivo que foi gravado pela Viper na cidade japonesa de Kawasaki, durante a turnê do álbum Evolution. O Maniacs in Japan foi lançado em 1993.

A viagem ao país oriental parece ter refletido bastante no quarto álbum – Coma Rage – lançado em 1994. Nele, novamente, o grupo mudou o som e assumiu um estilo heavy metal com algumas influências no hardcore. Em 1996, surge o quinto álbum da Viper – Tem Pra Todo Mundo – onde a banda tenta aproximar-se do público brasileiro com letras em português e influências no pop. Contudo, devido a falência da nova gravadora do grupo na época, a Castle, o álbum mal chega às lojas e a banda encerra as atividades, voltando aos palcos apenas em 2005 com uma nova formação – Ricardo Bocci nos vocais, Val Santos na guitarra e Guilherme Martin na bateria.

Em agosto de 2005, a Viper lançou o DVD “Living For The Night – 20 Years of VIPER”, contendo imagens e vídeos de toda a carreira da banda. Ainda no mesmo ano, lançou uma demo com músicas novas e voltou a tocar o estilo pesado que tinha em meados dos anos 80.

Em 2012, uma notícia surpreendente para o mundo do heavy metal brasileiro, André Matos voltou à Viper – especialmente para a turnê To Live Again Tour, para comemorar os 25 anos do álbum Soldiers of Sunrise – e segue até hoje.

Entre muitas idas e vindas dos componentes, na formação atual estão Andre Matos (Vocal Principal, Teclados, 1985-1990, desde 2012); Pit Passarell (Baixo, 1985-1996, desde 2001, Vocal Principal, 1990-1996, 2001-2004, 2010-2012); Felipe Machado (Guitarras, 1985-1996, desde 2001); Guilherme Martin (Bateria, 1989-1991, 2001-2005, desde 2012); e Hugo Mariutti (Guitarras, desde 2007).

Quem dispersou do campo musical, no entanto, foi o ex baterista da banda, Cassio Audi. Ele investiu na carreira executiva, dentro de sua carreira profissional, Cassio Audi já ocupou o cargo de Diretor Financeiro na Gillette, Diretor Chefe Financeiro (CFO) na Brookfield Asset Management, na Rossi Residencial e na GVMI.

Cassio Audi, que ficou na Viper de 1985 a 1989, faz parte dos ex integrantes do grupo, assim como Yves Passarell (Guitarras, 1985-1996, 2001), que, eventualmente, faz participações na banda; Renato Graccia (Bateria, 1991-1996, 2005-2012); Val Santos (Guitarras, 2001-2007, Bateria, 1989); Ricardo Bocci (Vocal Principal, 2004-2010); e Sérgio Facci (Bateria, 1989).

Supremo Tribunal dos EUA retorna caso sobre acesso ao banheiro transgênero

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A Suprema Corte americana, no dia 24 de abril, enviou uma disputa sobre o acesso de um estudante transgênero da Virgínia a um tribunal de primeira instância, sem chegar a uma decisão. O tribunal desocupou a disputa atual depois que a administração de Trump retirou o apoio para uma ordem da administração de Obama que apoia os estudantes transgêneros. Ao devolverem o caso, os juízes optaram por não decidir se uma lei federal contra a discriminação daria a Gavin Grimm o direito de usar o banheiro dos meninos em sua escola.

O caso tinha sido agendado para discussão no final de março. Em vez disso, o tribunal inferior na Virgínia deve agora avaliar a lei federal conhecida como Título IX e a extensão em que se aplica aos estudantes transgêneros. A lei impede a discriminação sexual nas escolas.

O caso veio de um tribunal de apelações federal e foi trazido pelo conselho escolar do Condado de Gloucester, Virginia, que queria impedir Grimm de usar os banheiros dos meninos. O tribunal de apelação havia ordenado que a junta escolar acomodasse Grimm.

Grimm, tem 17 anos de idade, estuda na high school sênior, e nasceu no gênero feminino, mas identifica-se como homem. “Nunca pensei que o meu uso de banheiros se transformaria em qualquer tipo de debate nacional”, disse Grimm, que havia instado os tribunais a não tomarem o seu caso.

Ele foi autorizado a usar o banheiro dos meninos por várias semanas em 2014. Mas depois que alguns pais se queixaram, o conselho escolar adotou uma política exigindo que os alunos usassem os banheiros que correspondem ao seu gênero biológico ou um banheiro privativo e único.

A ação do tribunal superior segue a decisão recente do governo Trump de retirar uma diretriz emitida durante a presidência de Barack Obama, que aconselhou escolas a permitirem que os estudantes usem o banheiro de seu gênero escolhido, não o de seu nascimento biológico.

Ações semelhantes têm jorrado em todo o país

O governo de Obama havia processado a Carolina do Norte por uma lei estadual destinada a restringir os estudantes transgêneros ao banheiro que correspondem aos seus sexos biológicos. E um juiz federal no Texas se aliou ao estado e outros 12 estados ao emitir uma autorização nacional sobre a diretriz da administração para as escolas públicas, emitida em maio. A diretriz disse às escolas que permitissem aos estudantes transgêneros usar o banheiro e o vestiário de acordo com sua identidade de gênero.

Embora Grimm tenha exortado o tribunal a não tomar o seu caso, o conselho escolar tinha pedido ao tribunal para resolver o assunto definitivamente. Ele disse que permitir que Grimm use o banheiro masculino, levanta preocupações com a privacidade e pode fazer com que alguns pais tirem seus filhos da escola.

Veja mais sobre a polêmica dos banheiros nos EUA.

Projeto propõe que professores e vereadores recebam o mesmo salario

O parlamento da cidade de Ariquemes em Rondônia vai receber aproximadamente R$13 mil reais enquanto os professores só conseguem um máximo de R$ 2 mil reais por mês. Apesar de alguns dos deputados desejarem uma mudança nessa diferença salarial, o assunto em questão foi considerado inconstitucional para o mandato em atividade.

O projeto de lei que esta tramitando pela Câmara dos Deputados em Rondônia busca uma equivalência salarial entre a maioria dos parlamentares em exercício com os professores em geral, (escola publica ou provada). Claro que a maioria dos deputados não é a favor da aprovação do projeto, e sua votação acabou sendo adiada.

A intenção do projeto não é o aumento do salario dos professores, mas sim a redução do pagamento realizado aos 13 deputados da pequena cidade para o valor de R$ 2 mil reais, o máximo salarial de um professor formado em Ariquemes.

Apesar da regulamentação afirmar que cada deputado recebe apenas R$ 6 mil reais por mês, ainda são calculados todos os benefícios que incluem até mesmo o aluguel de suas moradias em Brasília. Por isso o valor bruto da maioria dos 13 deputados e de aproximadamente R$ 13 mil reais.

O piso nacional do s professores é respeitado não só em Ariquemes, mas em todo estado. O projeto de lei surge como protesto não só em relação ao valor do salario dos professores que de acordo com a própria classe necessita de um aumento, mas também por julgarem que o salario dos deputados é um exagero.

O projeto de lei segue na Câmara obedecendo todos os trâmites legais e todas as medidas cabíveis.

O presidente da Câmara dos Deputados, Vanilton Cruz pediu o arquivamento do processo, alegando que mesmo que ele seja votado no futuro, suas medidas devem ser realizadas apenas no próximo mandato.

A própria lei federal afirma que qualquer ajuste salarial realizado para parlamentares só pode ser colocado em execução a partir do mandato seguinte. Ou seja, então o se aprovado o projeto de lei apenas entraria em vigor em 2020.

Alguns vereadores consideram que o projeto esta completamente fora da legalidade e não deve se quer ser apresentado de novo na Câmara. Outros consideram que suas questões podem levar a uma discussão interessante, mas que esse não é o melhor momento para que seus temas sejam discutidos.

 

 

Bruno Fagali, da nova/sb, fala sobre o Pró-Ética – prêmio para empresas com práticas de integridade

Você já ouviu falar no prêmio Pró-Ética, oferecido pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pelo Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social? A iniciativa reconhece companhias com práticas consolidadas de integridade e combate à corrupção com a intenção de promover um ambiente corporativo mais íntegro, ético e transparente no Brasil. Este ano, as inscrições abriram no dia primeiro de fevereiro e vão até 28 abril, elas podem ser feitas pelo site da CGU.

Edição 2016

Ano passado, foram 25 empresas aprovadas e reconhecidas pelo Prêmio como Empresas Pró-Ética – os resultados foram divulgados nos dias 16 e 17 de novembro. Entre elas, está a Agência nova/sb, primeira empresa do setor de comunicação a ganhar o título de Empresa Pró-Ética.

O gerente de Integridade Corporativa da nova/sb, o advogado Bruno Fagali – que também é membro da Fagali Advocacia – conta que já faz algum tempo que a agência contribui de forma ativa para um ambiente publicitário – social e empresarial – “mais justo, íntegro e menos preconceituoso”. Ele ainda acrescenta que a empresa sempre pautou todos os seus trabalhos e campanhas publicitárias de forma ética.

“Um dos exemplos mais concretos do que estou falando é o Comunica Que Muda (CQM), que é um projeto de Interesse Público criado pela agência com o intuito de aprofundar a discussão sobre temas de grande impacto público e que, por serem polêmicos, poucas são as instituições que promovem debates a respeito. Uma iniciativa pioneira iniciada em 2011 que têm contribuído para a discussão de assuntos como a descriminalização da maconha, o suicídio, o meio ambiente, a mobilidade urbana e a tolerância”, ilustra Bruno Fagali, que também destaca ser uma honra fazer parte da primeira empresa do setor de comunicação a conquistar o principal prêmio de compliance do país.

Em contrapartida, o gerente de Integridade lamenta o baixo números de agências de comunicação a conquistarem a boa fama – “Infelizmente, a imagem do nosso setor tem sido constantemente abalada pelos péssimos exemplos demonstrados pelo Mensalão e sob investigação da Acrônimo e da Lava Jato […] Sempre faço questão de enfatizar que devemos incentivar as outras agências a seguirem o exemplo da nova/sb, até mesmo por questões econômicas, já que, em um ambiente empresarial íntegro, sempre o melhor é que será escolhido, e não aquele que mais contrapartidas antiéticas oferecer”, sobressai Bruno Fagali.

Para as empresas inscritas na edição 2017, um conselho. O advogado alerta que não é fácil conquistar o Pró-Ética – engana-se quem pensa que implementar um “modelo geral” de Programa de Integridade será o suficiente. De acordo com Bruno Fagali, “é imprescindível que ele seja moldado para os objetivos e limites de cada companhia e que seja personalizado especificamente para o setor de atividade por ela desempenhada. “

O gerente de Integridade Corporativa da nova/sb, ainda indica, para aquelas agências de publicidade que estiverem interessadas no assunto, a leitura de um artigo escrito por ele, intitulado ‘A Ética e as Agências de Publicidade: cinco das principais ‘red flags’ anticorrupção da atividade’. “Nele exponho alguns pontos que devem ser levados em consideração pelos responsáveis em compliance de uma agência”, adianta o advogado Bruno Fagali.

Nova arma contra o câncer de fígado

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O Nivolumab, uma droga que já é aplicada no tratamento da pele, do pulmão e do câncer renal, também provou ser eficaz no tratamento de pacientes com câncer de fígado avançado. Isto é demonstrado por um estudo realizado por uma equipe de médicos espanhóis que têm testado em 262 pacientes com a colaboração de 39 hospitais em 11 países. Em 15% dos pacientes tratados com este fármaco foi atingido o encolhimento do tumor.

Em metade deles a doença se manteve estável por mais de 17 meses. Além disso, em alguns casos, o tumor desapareceu completamente. “É impressionante que a sobrevivência após os 12 meses, está acima de 50%, entre 55% e 60%, o que é surpreendente para estes tipos de câncer. A droga está produzindo um benefício clínico claro”, disse em declarações o co-autor do estudo, Ignacio Melero, co-diretor de Imunologia e Imunoterapia na “Clínica Universidade de Navarra” (CUN) e “pesquisador no Centro de Investigação Médica Aplicada” (CIMA).

Os resultados de ensaios clínicos, publicados na revista The Lancet, foram apresentados dia 21 de abril no Congresso Internacional do Fígado de Amsterdam, pelo pesquisador Bruno Sangro, que também liderou o estudo. Os médicos estão muito satisfeitos com este progresso na terapia de câncer de fígado.

“A prática de tratar um câncer como o de fígado, está mudando a segunda principal causa de morte por câncer no mundo”, manifestou Melero, que também salienta a importância desta conquista e do desenvolvido que isso traz para a Espanha. Na Espanha, a incidência da doença é moderada, com cinco ou 10 casos por 100.000 habitantes por ano, em comparação com 800.000 novos casos de tumores hepáticos avançados (carcinoma hepatocelular) que ocorrem em uma escala global.

Estes tumores ocorrem principalmente em pessoas que já têm o fígado danificado, como no caso de cirrose e de alguns pacientes que sofrem de hepatite B e C, ou por consumir álcool em excesso. A existência de um tumor maligno altera o sistema imunológico de um paciente, o qual recebe um sinal a partir de inativação.

Imunoterapias, como o Nivolumab, tentam bloquear o sinal que deprime a imunidade, para que eles possam desempenhar o seu papel e atacar o tumor. O Nivolumab em um anticorpo monoclonal humano (que é fabricado exclusivamente para homens), e que aumenta a resposta de células de defesa chamadas linfócitos T. Estas células podem retomar, assim que o tumor foi inibido e, por consequência, lutar contra ele. No entanto, quando uma droga aumenta a atividade do sistema imunológico, também passa a existir um risco, pois o paciente poderá gerar anticorpos contra si próprio e é desencadeada uma reação autoimune muito perigoso.

Este possível efeito colateral não ocorreu no caso de Nivolumab. Apenas 1% dos doentes mostrou qualquer reação adversa, que em qualquer caso não é importante o suficiente para interromper o tratamento.“Estávamos com muito medo”, disse Melero. “Nós estávamos indo com muita cautela porque o fígado destes pacientes já está danificado, e por conta disso, dos mecanismos de destruição da resposta imune, poderíamos precipitar uma hepatite fulminante. Nós aumentamos a dose e aplicamos em momentos diferentes e por fim, esperamos por várias semanas. Ainda precisamos observar mais para obtermos mais resultados”, diz Melero.